Comic-Con San Diego, Séries de TV e Cinema A cobertura da Comic-Con feita por um brasileiro para brasileiros e muito mais!
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    January 31st, 2012Edu TeixeiraSéries

    Se você, assim como eu, ficou com um nó no estômago ao ver a pequena Sophia (Madison Lintz) sair do celeiro da Fazenda Hershel, então deve estar muito ansioso para ver “Nebraska“, o próximo episódio de “The Walking Dead” que vai “ao ar” nos EUA no dia  12 de Fevereiro. O AMC liberou os três primeiros minutos do episódio e neles podemos ver o que acontece depois que Shane (Jon Bernthal), Rick (Andrew Lincoln) e seus compenheiros colocam para descansar definitivamente Sophia e os demais walkers  que Hershel Greene (Scott Wilson) mantinha presos, na esperança de uma cura. Se você não aguenta mais esperar, assista o vídeo abaixo. Você terá que colocar sua data de nascimento para provar que tem mais de 18 anos.

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    October 16th, 2011Edu TeixeiraSéries

    A 2ª temporada de “The Walking Dead” (AMC) estreia hoje nos EUA e a expectativa dos fãs não poderia ser maior. A minha inclusive. Para ajudar no aquecimento, separei os Websódios da série. Eles não servem de introdução para a nova temporada, mas nos ajudam a conhecer um pouco mais dos acontecimentos anteriores ao despertar de Rick Grimes no hospital.

    Parte 1

    Parte 2

    Parte 3

    Parte 4

    Parte 5

    Parte 6

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    September 23rd, 2011Edu TeixeiraSéries

    Vem cá. O problema não era custo? O AMC não queria cortar orçamento de “The Walking Dead”, justamente sua série de maior êxito comercial? Não queria economizar nas maquiagens dos mortos-vivos e com a redução de cenas externas? Não foi justamente esse tipo de sugestão esdrúxula que levou ao desentendimento com Frank Darabont e sua posterior demissão? E agora tem verba para um Talk Show de “The Walking Dead”? Como diria um antigo personagem do Jô Soares, “tira o tubo”.

    É verdade. Depois de chocar elenco, equipe de produção e, principalmente, os fãs mandando embora o principal responsável pelo sucesso da adaptação para a telinha da história em quadrinhos sobre zumbis, o AMC deu sinal verde para a produção de um Talk Show de meia-hora.

    O programa será apresentado por Chris Hardwick – que moderou o painel de “The Walking Dead” na Comic-Con 2011 – e terá membros do elenco e produtores respondendo perguntas dos fãs. Michael Davis e Jen Kelly serão os produtores executivos e a estreia será em conjunto com a da 2ª temporada de TWD em 16 de Outubro. A partir de 4 de Novembro, o Talk Show irá ao ar sempre depois da exibição da reprise do episódio da semana.

    Pode ser que a ideia seja fazer um carinho nos fãs, mas não vai ter Talk Show no mundo que compense maquiagem mal feita e histórias ruins. No fim das contas, se ficar provado que o divórcio de Darabont foi um tiro no pé, o AMC terá duas séries para cancelar ao invés de apenas uma. E a economia? Onde foi parar?

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    September 6th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Depois de listar as 10 novas séries que eu mais estou ansioso para ver, resolvi fazer uma lista mais enxuta das séries veteranas que mal posso esperar para reencontrar. Sei que os fãs de “Bones”, “Castle”, “The Big Bang Theory”, “Chuck”, “Glee“, entre outras vão reclamar, mas como a lista tem só cinco vagas, cortar preciso foi. Discorda da minha lista? Comente fazendo a sua.

    5. “Boardwalk Empire”

    Onde: HBO
    Quem: Steve Buscemi, Michael Pitt, Kelly Macdonald, Michael Shannon, Shea Whigham, Aleksa Palladino, Stephen Graham, Michael Stuhlbarg, Michael K. Williams, Paz de la Huerta, Anthony Luciara e Gretchen Mol
    Quando: 25 de Setembro
    Por que: Depois de uma temporada inaugural triunfante, na qual faturou prêmios e ótima audiência, se engana quem acha que a pressão sobre Terrence Winter (Criador) e Martin Scorcese (Produtor Executivo) tenha diminuído. Se alcançar o sucesso é uma tarefa hercúlea, se manter no topo é ainda mais difícil. Mesmo com as enormes expectativas antes da estreia de “Boardwalk Empire”, devido ao envolvimento de Winter em “The Sopranos” e a reputação icônica de Scorcese.
    A responsabilidade de seguir os passos da série de gângster de maior sucesso na história da TV não era pouca coisa, mas a série que conta as aventuras e desventuras do político corrupto Nucky Thompson (Steve Buscemi) em Atlantic City, na época da proibição do comércio de álcool arrebentou. Roteiro, elenco, direção, figurinos, produção, etc. Tudo da melhor qualidade.
    A 1ª temporada mostrou que não se deve mexer com Nucky Thompson e eu mal posso esperar para ver os um monte de tolos tentarem.

    4. “The Good Wife”

    Onde: ABC
    Quem: Julianna Margulies, Chris Noth, Josh Charles, Christine Baranski, Archie Panjabi, Matt Czuchry e Alan Cumming.
    Quando: 25 de Setembro
    Por que:  Será que finalmente Alicia Florrick (Margulies) e Will Gardner (Charles) vão chegar às vias de fato? A 2ª temporada terminou com os dois entrando juntos na suíte mais cara de um hotel, para finalmente a boa esposa ficar má, se é que vocês me entendem. Ainda tenho minhas dúvidas se a cabeça da (mais uma vez) esposa do promotor chefe do condado de Cook não a fará desistir na última hora. Acho que minha esposa desiste da série se isso acontecer, tamanha a ansiedade dela. Outro forte motivo é a entrada de Eli Gold (Cumming), o ex-chefe de campanha de Peter Florrick para o time de Lockhart & Gardner. Pelo que li, ele desenvolverá um relacionamento de trabalho dos mais interessantes com a misteriosa Kalinda (Panjabi).

    3. “Dexter”

    Onde: Showtime
    Quem: Michael C. Hall, Jennifer Carpenter, Desmond Harrington, James Remar, Laura Velez, David Zayas e C.S. Lee
    Quando:  2 de Outubro
    Por que: Muitos acham que a 5ª temporada de “Dexter” tenha sido a mais fraca da série e que um salto direto da 4ª para a 6ª era preferível. Enfim, consideram a temporada passada como perda de tempo. Eu não compro essa teoria. Depois da traumática morte de Rita (Julie Benz), era óbvio que Dexter Morgan precisava de um tempo. Precisava se encontrar e virar uma espécie de babá da perturbada Lumen Pierce (Julia Stiles) era exatamente o que ele precisava. O fato de que Debra (Jennifer Carpenter) quase ter descoberto seu segredo foi – como diria um filósofo contemporâneo – “um plus a mais”.
    A nova safra de episódios tem atores convidados que justificam a expectativa: Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) com um fanático religioso, Mos Def (“16 Blocks”) como um ex-presidiário que encontrou Deus e Collin Hanks (“King Kong”) como um dos possíveis alvos de Dexter.

    2. “The Walking Dead”

    Onde: AMC
    Quem: Andrew Lincoln, Jon Bernthal, Sarah Wayne Callies, Laurie Holden, Jeffrey DeMunn, Steven Yeun, Chandler Riggs e Norman Reedus
    Quando: 16 de Outubro
    Por que: O trailer da 2ª temporada que foi lançado na Comic-Con 2011 representa risco cardíaco, mas talvez o que me deixe com mais vontade de ver “The Walking Dead” é o fato da 1ª temporada ter sido tão curtinha. Os seis primeiros episódios atingiram um nível de qualidade estratosférico e faz tanto tempo que foram ao ar, que tá difícil segurar a ansiedade. TWD por muito pouco não ficou como número 1 dessa lista, mas a demissão absurda do showrunner Frank Darabont resolveu minha dúvida. Ele foi substituído por Glen Mazzara (“The Shield”) que é super competente, mas nem ele seja capaz de resolver os problemas resultantes do corte no orçamento imposto pela AMC, justamente o motivo para a demissão de Darabont.
    O episódio que vai ao ar em 16 de Outubro foi escrito por Darabont, e considerando que foi dele o roteiro do excepcional piloto da série, chances são que a volta de TWD será triunfal, mesmo que a série termine comendo a si mesma viva no decorrer da temporada, cuja maior parte será ambientada na fazenda de Herschell Greene (Scott Wilson).

    1. “Fringe”

    Onde: Fox
    Quem: Anna Torv, John Noble, Joshua Jackson, Lance Reddick, Blair Brown, Jasika Nicole e Seth Gable.
    Quando: 23 de Setembro
    Por que: Mesmo antes da Fox ter exilado “Fringe” nos confins das noites de sexta-feira, a série de J.J. Abrams flertava perigosamente com o cancelamento. Uma grande injustiça dado que a qualidade da série só aumentou desde sua estreia na fall season de 2008. Embora a audiência da Fox tenha crescido nas sextas com a ajuda de “Fringe”, é crucial que a próxima temporada, no mínimo, mantenha os números atingidos no fim da última. E isso tem que ser levado em conta por produtores e roteiristas. Apostar tudo contra a banca e continuar a história como se a renovação fosse certa ou preparar a série para terminar em alto padrão?
    Seja qual for a escolha, é fato que o time montado por Abrams vêm fazendo um trabalho sem par em termos de ficção científica nos últimos anos. É até difícil acreditar que eles conseguirão manter esse nível por muito tempo.
    O final do último episódio que foi ao ar ainda me dá calafrios. Quer dizer que o Peter (Bishop) nunca existiu? Como assim? Já sabemos que Joshua Jackson continua no elenco e que em algum momento Peter estará de volta, mas como isso irá acontecer é com certeza o cliffhanger que mais quero saber o desfecho.

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    August 13th, 2011Edu TeixeiraComic-Con, Séries

    O AMC usou Frank Darabont para promover a série e depois o demitiram

    Como “Torchwood: Miracle Day” está fora do escopo definido para o blog, por ser uma série inglesa (importada para os EUA), o segundo dia da Comic-Com 2011 (22/07) começou para mim com o painel de “The Walking Dead”, em minha opinião, a segunda melhor estreia de 2010. Perde apenas para “Boardwalk Empire”.

    Como estou escrevendo essa introdução já no Brasil, bem depois dos fatos ocorridos no painel que descreverei mais em baixo, não posso deixar de comentar a inesperada demissão do showrunner da série, o roteirista, cineasta e produtor Frank Darabont. O site The Hollywood Reporter noticiou que poucos dias depois de participar do painel de “The Walking Dead” em San Diego, Darabont foi sumariamente demitido pelo AMC. Os motivos (nunca é uma coisa só) ainda não são conhecidos, mas por tudo que li nos últimos dias, o AMC aparentemente não tem sabido lidar com todo o sucesso que conseguiu nos últimos anos ao ingressar no campo das séries originais.

    Primeiro, arrumou confusão com Matthew Weiner, o criador da multipremiada “Mad Men”, simplesmente o maior sucesso de crítica da emissora. Depois, foi a vez de se estranharem com Vince Gilligan, o showruuner de outro sucesso de crítica, “Breaking Bad”. Agora, se resolveram se arriscar ao máximo, criando confusão com seu grande sucesso comercial. O grande problema para os fãs de “The Walking Dead” é que ao contrário das outras séries citadas, o AMC é dono de 100% dos direitos da série. Se o bolo desandar de vez, já era. Nem a opção de mudar para outra emissora existe.

    Darabont veio do cinema (Um Sonho de Liberdade e À Espera de um Milagre) e trouxe esse olhar para “The Walking Dead”. Não tenho dúvidas que isso fez toda a diferença no resultado final. Com toda certeza, lutou muito contra o corte no orçamento imposto pelo AMC. Ao invés de ter US$ 3.4 milhões por episódio como na 1ª, a série terá “apenas” US$ 2.75 milhões na 2ª. Isso, para uma série com maquiagem de primeira qualidade e muitas cenas externas, pode significar uma grande queda na qualidade da produção. No fim das contas Darabont – como a maioria dos showrunners de ponta – não deve ter um ego pequeno nem tampouco uma personalidade das mais fáceis de lidar, mas não pode ter sua competência questionada.

    Segundo a reportagem do THR, elenco e equipe técnica ficaram chocados com a notícia. O elenco estaria sendo literalmente aterrorizado para manter silêncio sobre a demissão. Sabe como é né? Em uma série de zumbis, nada mais fácil que matar um personagem. Todos têm medo de perder o emprego de uma hora para a outra.

    Agora, só nos resta torcer para que a poeira baixe e que Glen Mazzara (“The Shield”), o novo chefão, consiga fazer um bom trabalho. No mínimo, que ele rechace duas ideias estapafúrdias dadas pelo AMC para cotar custos: Dos oito dias de filmagem para cada piloto, filmar quatro em ambientes fechados e não mostrar tanto zumbis em cena. Os personagens apenas os ouviriam. Se fizerem isso, será o fim da série.

    Nocotero, Kirkman, Hurd e Darabont

    Bem, mas voltando ao que interessa nesse post, o painel de “The Walking Dead” aconteceu no Ballroom 20 e teve presença maciça do elenco. Na mesa estavam: Andrew Lincoln (Rick Grimes), Jon Bernthal (Shane Walsh), Sarah Wayne Callies (Lori Grimes), Laurie Holden (Andrea), Norman Reedus (Daryl Dixon), Steven Yeun (Glenn) e Jeffrey DeMunn (Dale Horvath). Também presentes estavam o criador da série e showrunner até então Frank Darabont, a produtora Gale Anne Hurd , o autor das revistas em quadrinhos e produtor Robert Kirkman e o maquiador e consultor de produção Greg Nicotero.

    Seguem minhas anotações do que aconteceu no painel. No início, nenhum ator estava na mesa. Somente produtores:

    • Kirkman: “Foi um processo relativamente rápido depois que o AMC veio a bordo. Temos que reconhecer a visão deles”.
    • Kirkman: “A ideia do show é que pessoas são comidas e despedaçadas. Isso não são coisas que vemos na TV diariamente”.
    • Darabont: “Eu imediatamente pensei em fazer uma série de TV. Eu li a primeira revista em quadrinho e disse: AH!”.
    • Moderador: “A caracterização dos zumbis na série é diferente de tudo que já vimos na TV ou em filmes, como vocês conseguiram isso?”. Nicotero: “Eu tenho pedigree com um monte de projetos de zumbi e usamos muita coisa das artes dos quadrinhos. Todos os personagens têm próteses e lentes de contato. A gente contrata cada um pessoalmente e eles passam por uma escola de zumbis em Atlanta”.
    • Kirkman: “As expectativas depois da 1ª temporada criam certa pressão. Antes, ninguém tinha muita noção do que esperar. Isso (a pressão) faz com que todos trabalhem ainda mais duro…nos deu poder para tentar com mais vontade, saber que existe uma horda de fãs que amam o show nos eu força para tentar coisas maiores”.
    • Darabont: “Não começamos a planejar a 2ª temporada imediatamente (após o fim da 1ª). Meu cérebro precisava de um tempo. Estamos lendo as revistas em quadrinho que são a 2ª temporada”.
    • Antes da entrada dos atores, um sensacional trailer da 2ª temporada foi exibido. Eu publiquei esse trailer no blog no mesmo dia, mas para quem ainda não viu, aqui vai novamente.

    • Todos as atores são convidados para o palco.
    • Andrew Lincoln tem um forte sotaque britânico. É incrível como ele e outros atores conseguem esconder seu sotaque natural na frente das câmeras. A australiana Yvonne Strahovskide “Chuck” é outro bom exemplo.

      Andrew Lincoln

    • Lincoln: “Meu teste para o papel foi com o cachorro de Frank (Darabont) na garagem dele”.
    • Callies: “Se trabalha tanto em um fracasso como em um sucesso. Eu estava muito preocupada em dar azar, pois eu amo tanto essa série. È difícil exagerar ao dizer o quanto eu a amo. A gente pensou, bem, tivemos apena seis episódios, mas agora que teremos a 2ª temporada, podemos REALMENTE assustar vocês”.
    • O elenco só recebe os roteiros uma ou duas semanas antes de começarem a filmar os episódios.
    • Bernthal: “Os fãs de TWD são os melhores do mundo. São os mais inteligentes e os mais malvados e a gente quer ‘alimentar’ vocês. Vocês fazem tanto por nós.”
    • Holden: “A primeira temporada foi um desafio com a morte de Amy (irmã). Não houve tempo de recuperação. A personagem foi exigida ao máximo…os textos são soberbos. Todo roteiro é de ouro. Se você é fã das revistas, vai amar a próxima temporada”.
    • DeMunn é um dos favoritos do público. Ele diz: “Todo mundo o quer (Dale) como pai”.
    • DeMunn: “Os produtores disseram ‘Jeff, você gostaria de vir para Atlanta e matar zumbis? ’. Eu topei”.
    • Yeaun: “Eu fui um desses casos de sortudos que acabam de se mudar para Los Angeles e se dão bem. Sei lá, as estrelas se alinharam”.

      Steven Yeun e Jeffrey Demunn

    • Yeaun: “Você acorda, checa se não tem carrapatos, vai trabalhar, dá duro, sua e quando volta para casa procura por carrapatos novamente”. Aparentemente ele achou carrapatos em uma área muito sensível. NOSSA! Nem quero imaginar!
    • Norman Reedus é outro ator muito popular com os fãs no salão.
    • Reedus: “Fazer um caipirão é a coisa mais maneira de todos os tempos”.
    • Reedus: “Comprei uma pick-up na Geórgia, uma pick-up bem caipira e os caminhoneiros caipiras com cara de malvados ficavam acenando para mim”.
    • Reedus: “Estou começando a amar a Geórgia. Cara, eu ando com uma besta (arma de flechas) e atiro na cabeça de zumbis. Eu amo isso”.
    • Moderador: “O que você faria em um apocalipse de zumbis?”. Kirkman: “Eu me mataria, mas não leve isso muito a sério, pois venho escrevendo esse tipo de coisa por tanto tempo que não consigo mesmo ver uma forma de vencer. Eu pularia de uma ponte…mas eu não me importaria de virar um zumbi”. Tem como ser mais contraditório? Acho que não.
    • A 2ª temporada será maior (13 episódios), estreia nos EUA dia 16/10 e começa exatamente onde a 1ª acabou. “Nada dessa M%$#& de 6 meses depois” disse Darabont.
    • Começam as perguntas dos fãs. Espero que dessa vez sejam melhores. Ontem as do painel de “Dexter” foram de doer.

      Larie Holden

    • Fã pergunta se Kirkman participou da escolha do elenco: “Sim, mas ainda bem que eu não tenho a palavra final. Eu escalaria somente pessoas que eu gostaria de conviver. Contrataria o Ed O’Neil (“Modern Family) ou o John Stamos”.
    • Fã pergunta sobre o uso de dublês: Lincoln: “Eu faço a maioria das cenas de ação, com exceção da que eu caio com o cavalo e as que eu dirijo. Aprendi a dirigir há apenas quatro anos”. Surpresa geral com a revelação.
    • Fã pergunta para Reedus o que foi mais estranho, fazer TWD ou o clipe da Lady Gaga. Reedus: “TWD é muito mais estranho e muito melhor. Eu amo a Gaga”.
    • Nicotero: “Já fiz 800 filmes e esse é de longe o melhor projeto”. O maquiador diz que se não tivesse trabalhando na série, estaria com certeza aqui no BR20 como fã, pois a série é tudo que ama.
    • O Carl (filho de Rick) terá um papel maior na série na próxima temporada. Todos na mesa se derramam em elogios ao trabalho do jovem ator Chandler Riggs. Callis: “Ele vai surpreender todo mundo nessa temporada. Infelizmente isso é tudo que posso contar”.

      Norman Reedus

    • Fã pergunta se o sangue cenográfico tem gosto ruim. Nocotero: “O sangue em si é uma mistura de xarope de milho e corante de alimentos e não tem gosto ruim, mas o corante que usamos para deixar as bocas dos zumbis pretas é HORRIVEL! Reduzimos o tempo de maquiagem para uma hora e meia para aqueles heróis (os figurantes)”.
    • A produtora Gale Anne Hurd revela que era um dos zumbis no season finale.
    • Fã: “Eu estava pensando em como você concilia seu trabalho de teatro e matar zumbis”. DeMunn: “As duas disciplinas se retroalimentam. Fazer teatro ajuda a memória. Não tenho problemas em gravar os textos, mas eu não faço ideia em como A Morte do Caixeiro Viajante me ajuda a matar zumbis”.
    • O trailer da próxima temporada é exibido novamente enquanto os participantes deixam o palco. Fim de painel.

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    August 1st, 2011Edu TeixeiraComic-Con, Séries

    Texto publicado originalmente em 22/07/2011, mas inexplicavelmente apagado pelo meu provedor.

    Esse é o trailer exibido no painel de “The Walking Dead” na Comic-Con 2011. A temporada estreia dia 16 de Outubro nos Estados Unidos.

    Publiquei esse vídeo diretamente da Comic-Con em San Diego, e um leitor amigo me avisou que o conteúdo está bloqueado para o Brasil. Bem, estava. Já resolvi aqui com meus contatos no AMC… :-)

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    May 4th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Anson Mount

    No primeiro trailer do novo drama “Hell on Wheels” dá para reconhecer o padrão de qualidade que vem marcando as produções do canal AMC. Depois de visitar o mercado publicitário norte-americano dos anos 60 em “Mad Men” e o mundo pós-apocalíptico em “The Walking Dead”, chegou a vez de o AMC nos levar ao desbravamento do oeste americano no século XIX.

    Em “Hell on Wheels”, a busca por vingança, leva o ex-soldado confederado Cullen Bohannan (Anson Mount) ao coração da construção da primeira ferrovia transcontinental americana, a Union Pacific. O drama também mostrará as dificuldades enfrentadas pelos imigrantes e pelos recém-emancipados negros, tendo a ganância e corrupção que cercam a grandiosa obra como pano de fundo.

    Os principais nomes do elenco são os de Colm Meney (Jornada nas Estrelas: Deep Space Nine), o rapper Common (Hurricane: O Furacão) e Anson Mount (Em Seu Lugar).

    Mais detalhes em breve.

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    March 16th, 2011Edu TeixeiraSéries

    A Netflix, gigante de vídeo streaming americana, está entrando na briga de foices que é a oferta de séries originais. No que pode ser considerada sua maior aposta em seus 14 anos de existência, a Netflix venceu a disputa com alguns dos maiores canais a cabo, como HBO e AMC, e levou os direitos do drama “House of Cards”, produzido e dirigido por David Fincher (A Rede Social) e produzido e estrelado pelo vencedor de dois Oscars Kevin Spacey (Beleza Americana).

    As negociações ainda estão em andamento, mas o colunista Michael Ausiello, do tvline.com, noticiou que a Netflix levou a melhor ao oferecer um compromisso de duas temporadas ou 26 episódios garantidos. Ênfase minha no garantidos!

    Levando em conta que o custo por episódio de um drama classe A está na faixa de 4 a 6 milhões de dólares, e que o lançamento desse projeto demanda dezenas de milhões de dólares em promoção, o negócio fechado pode representar um investimento total de quase 200 milhões e pode mudar a forma com que o público americano consome séries de TV.

    Desde que o CEO da Liberty Media, dona do canal a cabo Starz, John Malone fez comparações entre a Netflix e a HBO em outubro do ano passado, especialistas da indústria têm especulado se de fato a Netflix – que antes de vender streaming já funcionava como uma locadora de filmes online (via correios) em todo o território americano – realmente iria se aventurar no competitivo mercado de séries originais. A HBO também começou sua história como um canal Premium de filmes e somente depois investiu nas séries originais que hoje são seus principais produtos. Agora é a vez da Netflix seguir seus passos.

    Dado o grande interesse despertado por “House of Cards”, especialistas especularam que o projeto receberia algum tipo de garantia em termos de número de episódios, mas um compromisso inicial tão grande é algo praticamente inexistente nos dias de hoje. Esquecer o processo natural de produção de um piloto e posterior aprovação da série é uma jogada arriscada, como pode atestar a NBC que recentemente tentou essa saída, mas acabou voltando ao feijão com arroz habitual. Tirando “Rome”, que foi co-produzida com a BBC, a HBO sempre apostou no modelo tradicional, encomendando pilotos até mesmo de projetos ambiciosos de gente graúda como “Boardwalk Empire” de Martin Scorcese e Terence Winter e a ainda inédita “Luck” de Michael Mann e David Milch, estrelada por Dustin Hoffman.

    Kevin Spacey

    Já o canal AMC optou por arriscar ir direto para à série com “The Walking Dead”, mas com uma encomenda modesta de apenas 6 episódios na primeira temporada. Risco calculado. A Fox também jogou contra a banca, certamente acreditando no taco de Steven Spielberg, encomendando 13 episódios de “Terra Nova”, o mesmo número de “Rome”, sem sequer ver o piloto. O Starz vem fazendo o mesmo, tendo dispensado pilotos e encomendado séries como “Camelot” (10 episódios) e “Boss” (8).

    Obter os direitos para um projeto tão ambicioso certamente coloca a Netflix no mapa, mas o compromisso de exibir e divulgar uma série original com 26 episódios garantidos, justamente em sua estreia no segmento, será um grande teste para a empresa.

    Esse será o primeiro trabalho de David Fincher como diretor de TV. A princípio ele dirigirá apenas o primeiro episódio, mas servirá como uma volta ao lar para Kevin Spacey, que apareceu com destaque pela primeira vez na série O Homem da Máfia (“Wiseguy”). “House of Cards” – que é baseada no livro de Michael Dobbs, um ex-chefe de gabinete do partido conservador da Inglaterra e em uma série inglesa de mesmo nome – é um drama político situado no final de mandato da Primeira Ministra Margaret Tatcher e acompanha a vida de um jovem político inglês de olho na sucessão.

    A série será escrita por Beau Willimon (“The Ides of March”) e além de Fincher e Spacey, terá também Eric Roth (O Curioso Caso de Benjamin Button), Joshua Donen (Rápida e Mortal) e Dana Brunetti (Quebrando a Banca) como produtores.

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    February 17th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Já está morrendo de saudades da sua série de zumbis favorita? “The Walking Dead” foi curta, mas deixou marcas. Figurativamente é claro. Assista o vídeo “por trás das câmeras”, que faz parte do DVD da série que será lançado em 8 de Março.

    Robert Kirkman, o criador da estória, e membros do elenco falam sobre como a série é um conto sobre a mortalidade com um núcleo de zumbis assassinos. Enjoy!

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    February 15th, 2011Edu TeixeiraSéries

    O canal AMC não produz muitas séries, mas quando o faz, sai de baixo. O histórico de sucessos de público e crítica é tão impressionante, que ascendeu a luz de alerta nos gabinetes dos executivos da gigante HBO.

    Quando a AMC anuncia uma série nova, é sinal que vem chumbo grosso. “Mad Men”, “The Walking Dead” e “Breaking Bad” colecionam fãs e prêmios. O único revés da emissora teve um gosto agridoce. “Rubicon” foi cancelada depois de apenas uma temporada, mas era uma série simplesmente maravilhosa. Uma pena que o público americano não tenha dado uma chance a ela.

    Em abril a AMC nos trará “The Killing”, uma série que, a julgar pela premissa e pelo material de divulgação que tive acesso, será mais uma produção de qualidade do canal. Se terá sucesso, é algo que só o tempo dirá.

    Baseada em “Formrydelsen”, um seriado dinamarquêsa de grande sucesso, “The Killing” tem três diferentes tramas que cercam um único assassinato Elas incluem o detetive encarregado da investigação e seus suspeitos, a enlutada família da vítima e políticos locais envolvidos no caso. No desenvolvimento de “The Killing”, fica claro que não existem acidentes, que todos têm segredos e que quando os personagens pensam ter prosseguido em frente com suas vidas, o passado continua a assombrá-los.

    Alguém mais lembrou de “Twin Peaks“? Mas a série tem semelhança com outra mais recente: “24“. Ao invés de cada episódio representar uma hora em tempo real, cada um deles representa um dia inteiro para os personagens da série.

    Filmado em Vancouver, Canada, a série terá um elenco que mistura atores novatos e nomes bem conhecidos. Mireille Enos (“Big Love”) fará Sarah Linden, a detetive que lidera a investigação sobre a morte de Rosie Larsen; Billy Campbell (“The 4400” e “Once and Again”) será Darren Richmond, um influente político local em plena campanha eleitoral para a prefeitura; Joel Kinnaman (“Snabba Cash) viverá Stephen Holder, um ex-policial da divisão de narcóticos que se junta à divisão de homicídios para ajudar a achar o assassino de Rosie; Michelle Forbes (Jornada nas Estrelas: A Nova Geração) faz o papel de Mitch, a mãe da vítima e Brent Sexton (“W.” e “In the Valley of Elah”) será o pai de Rosie, Stan.

    Com produção de Mikkel Bondesen (“Burn Notice”), “The Killing” estreará, nos Estados Unidos, com um episódio de duas horas em 3 de Abril de 2011.

    Assista abaixo a alguns clipes promocionais da série e veja algumas fotos de divulgação:

    Anúncio de TV

    Trailer

    Sobre a série

    Galeria (clique nas fotos para ampliá-las)

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