Comic-Con San Diego, Séries de TV e Cinema A cobertura da Comic-Con feita por um brasileiro para brasileiros e muito mais!
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    June 9th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Jacob vai participar de “The Closer (TNT). Melhor dizendo, o ator Mark Pellegrino (“Lost”), terá um papel recorrente na sétima e última temporada da série quando ela retornar ao ar no meio de Agosto.

    Pellegrino será Gavine Baker, um poderoso advogado de defesa, descrito pelo produtor executivo James Duff como Gay e formidável. Depois de ser o todo poderoso da Ilha de Lost, o capeta em pessoa em “Supernatural” (CW) e o poderoso vampiro Bishop em “Being Human” (SyFy), a definição não chega a ser impressionante, mas com certeza será divertido vê-lo contracenar com Kyra Sedgwick. Não entrarei em mais detalhes para não estragar a surpresa.

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    May 5th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Community” (NBC) é uma comédia subestimada, mas que vem pouco a pouco se estabelecendo como uma das melhores no ar atualmente. Depois de garantir a renovação para a terceira temporada, chegou a hora de nos despedirmos da segunda e para isso, nada melhor do que um convidado para lá de especial.

    Josh Holloway, o eterno Sawyer de “Lost”, participará do season finale que será dividido em duas partes. É legítimo esperar que alguma piada com a finada série. Não seria a primeira vez outro seriado dá uma cutucada no cultuado drama da ABC. O primeiro dos dois episódios será exibido hoje e o segundo na próxima quinta-feira.

    A julgar pelo sneak peek abaixo, o velho oeste é a bola da vez.

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    February 10th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Ultimamente anda chovendo notícias sobre novos pilotos de séries, mas quando estas envolvem J.J. Abrams é preciso dar atenção especial. Meu fiel amigo e talentoso roteirista Gustavo Gontijo definiu Abrams de forma interessante. Não lembro as palavras exatas, mas foi algo do gênero: “um gênio para criar séries e um medíocre para cuidar delas”. O Guto pode ter exagerado um pouco, mas é fato que “Lost” – uma criação genial – só realmente decolou quando passou das mãos de Abrams para as de Damon Lindelof e Carlton Cuse. “Fringe”, outra criação dele, também só tomou rumo quando ele a delegou.

    De qualquer forma, J.J. Abrams é alguém de quem podemos esperar séries diferentes, criativas, pois a despeito do fracasso recente de “Undercovers”, o cara tem muito crédito.

    Depois do piloto de “Alcatraz” ter recebido sinal verde da Fox, chegou a vez da CBS tentar tirar uma casquinha do gênio criativo. Ele e o co-roteirista de O Cavaleiro das Trevas, Jonah Nolan, assinam o roteiro de “Persons of Interest”. A série conta a estória de um cientista e ex-assassino da CIA que tenta resolver crimes antes que esses ocorram.

    Darei mais detalhes sobre o projeto assim que eu os tiver.

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    January 7th, 2011Edu TeixeiraSéries

    J.J. Abrams na Comic-Con

    Pelo título da nova série sendo desenvolvida por J.J. Abrams e sua produtora, Bad Robot, é fácil suspeitar da inspiração no clássico “Pulp Fiction”, de Quentin Tarantino.

    Pelas informações de “Pulp” que consegui levantar, a semelhança vai além do título. A série será um drama criminal, com um clima bem parecido com o de “Pulp Fiction”.

    Monica Breen (Brothers & Sisters)  e Alison Schapker (Brothers & Sisters) , colaboradoras de longa data de Abrams, escreveram o roteiro do piloto e serão as produtoras executivas. As showrunners trabalharam com Abrams anteriormente em “Alias”, “Lost”, e mais recentemente, “Fringe”.

    A Bad Robot começará a tentar vender o projeto para alguma rede de TV já na próxima semana, o que pontuará uma temporada de desenvolvimento das mais ocupadas para a turma da empresa de Abrams (em associação com a Warner Brothers). Atualmente, a produtora tem outros três projetos em andamento: um drama criminal desenvolvido por Jonah Nolan (roteirista de Batman – Cavaleiro das Trevas) para a CBS, “Alcatraz” para a Fox e a comédia dramática “Odd Jobs”, com Micheal Emerson e Terry O’Quinn de “Lost”, para a NBC.

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    January 1st, 2011Edu TeixeiraSéries

    Todo ano é a mesma coisa e mesmo assim sofremos. Pensando de forma lógica,  é necessário que  algumas séries terminem ou sejam canceladas para que novas surjam. Melhores, esperamos. O problema é que alguns cancelamentos machucam demais. No meu caso, e acredito para muitos de vocês também, vem uma sensação de tempo perdido muito grande. Investi horas e horas em uma série e sequer conhecerei o final da trama. Infelizmente, é muito comum que séries sejam canceladas mesmo após um cliffhanger sensacional. E nunca mais ficamos sabendo o que aconteceu depois.

    Em 2010, me despedi de algumas séries queridas de formas bem distintas. “Lost” se foi e deixou saudades, muitas saudades, mas deixou também uma sensação de dever cumprido. Sei que muita gente não gostou do final, mas eu gostei muito. Acho absurda a ideia de que era necessário explicar todos os mistérios da série. Pensem na vida. Temos respostas para tudo? Então como podemos querer saber tudo sobre tudo e todos naquela ilha fantástica? “Lost” valeu pela viagem.

    Já o cancelamento de “Rubicon” me deixou triste demais. A série era provavelmente a mais realista série na TV. E não me venham falar dos abomináveis reality shows. Quero que morram todos. Quando vi o piloto de “Rubicon” soube de imediato que era uma série de qualidade, porém muito difícil de gostar de cara. Como diz uma expressão em inglês, ela cresce em você (grow on you). Cresce de forma contínua e quando percebemos, ela já é uma das nossas favoritas. Quando digo que a série era realista, me refiro ao fato de que a trama era 100% verossímil. Uma agência governamental de inteligência, sem grandes aparatos tecnológicos, mas com pessoas muito, muito inteligentes sentadas em volta de uma mesa pensando, analisando cenários, discutindo teorias, tendo na grande maioria das vezes apenas fotos, vídeos e gravações de grampos. E no fim das contas, dentro da própria agência, um traidor usa seus conhecimentos para obter enormes ganhos financeiros ao custo da perda de muitas vidas inocentes. Pode acontecer a qualquer momento. Não pode?

    Inteligência acima de aparatos tecnológicos

    O cancelamento de “Rubicon”, ou melhor, dizendo, a sua não renovação para uma segunda temporada foi especialmente decepcionante, não porque a série terminou sem final. Embora não completamente fechado, deu até para entender o fim de temporada, como o fim da série. O que mais me decepcionou na história foi a falta de paciência da AMC com a série. Logo um canal a cabo, que teoricamente, deveria ter mais lateralidade. Sua audiência era muito inferior ao grande hit do canal, a super premiada “Mad Men”, e também não chegava perto da muito elogiada “Breaking Bad”. Já o sucesso estrondoso (para os padrões a cabo) de “The Walkind Dead” ajudou a evidenciar que mais gente deveria estar assistindo “Rubicon”. Sei perfeitamente que televisão é um negócio como outro qualquer, mas com três de suas quatro séries originais, tendo tanto sucesso de público e crítica, não seria razoável ter um showzinho funcionando no vermelho? Em respeito ao seu fiel público e a qualidade inegável do programa. Em marketing, esses produtos de qualidade, mas nem sempre lucrativos são chamados de “animais de estimação”.

    Há duas semanas, sofri outro duro golpe. Comecei a ver “Stargate: Universe” com algum atraso. A série já estava no break da segunda temporada, quando assisti ao piloto. Assisti aos vinte episódios da temporada de estreia em menos de um mês e fiquei fã da série mais sombria e densa da franquia Stargate. Quando começava a assistir a primeira metade da segunda temporada, veio a facada. A série não seria renovada. Como consolo, o final da segunda temporada será exibido em 2011. E isso lá é consolo? Os episódios já estão filmados e prontos, logo, não foram pensados como um fim de série. Os produtores seguem explorando outras formas de tentar trazer a série de volta dos mortos, mas fora um improvável cross-over com “The Walking Dead”, é realmente muito difícil que tenham sucesso.

    Eu tenho outros motivos para assistir SGU, mas...

    O que me deixa mais desapontado é que a série é exibida por um canal de nicho, o SyFy, e canais de nicho precisam ter plena consciência do que realmente são. Aparentemente, o SyFy não tem essa ideia bem sedimentada. O CW, por exemplo, tem. Mesmo concorrendo com as grandes redes de TV aberta, o canal sabe que tem um público próprio e fiel. Sabe que uma audiência de dois milhões – uma catástrofe para as redes gigantes – é um bom número para o nicho que o canal ocupa. E a vida segue e séries como “Supernatural”, “Smallville” e outras acumulam temporadas de sucesso para a emissora. Tirando isso, a morte de SGU começou a se desenhar com duas decisões da própria emissora: tirar a série do verão, levando-a para o concorrido outono, e mudar o dia de exibição, trocando as tranquilas sextas-feiras pela concorridas terças. SGU foi forçada a competir com “Glee” (FOX) e NCIS: Los Angeles (CBS) e nem preciso dizer que levou mais porrada que saco de areia em academia de boxe. Um forte indicativo de que as mudanças foram cruciais para a queda de audiência, é o resultado da medição posterior ao dia de exibição. Quando computada a audiência de quem grava a série ou a baixa legalmente para ver depois, o total sobe em nada menos que 78%. Ou seja, a audiência quase dobra. Os telespectadores estão lá, são fiéis e safos, tecnologicamente falando. Logo, assistem outras séries ao vivo e guardam SGU para depois. Nada mais natural.

    Os cancelamentos de “Caprica” (anunciado anteriormente) e “SGU” pelo SyFy deixaram claro que 2010 não foi o ano do canal. As duas séries tinham seguidores suficientes para justificar suas renovações, dado o nicho que o canal ocupa. Faltou inteligência e paciência. Ambas as decisões foram murros no queixo do gênero ficção científica como um todo, desferidos por quem se menos esperava, e olha que SyFy terá algumas estreias bastante interessantes em 2011, com destaque para “Being Human”, “Alphas” e “Battlestar Galactica: Blood & Chrome”, assim como “Caprica”, um prequel de “Battlestar Galactica”.

    As questões que ficam são: como continuar confiando no SyFy depois dessas decisões recentes? Vale a pena investir nosso precioso tempo nas séries do canal? Se as decisões desse ano forem levadas em conta, 2011 também não será um bom ano para o canal que um dia já foi o refúgio seguro para os fãs de ficção científica.

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    October 21st, 2010Edu TeixeiraSéries

    Tapete vermelho do Scream Awards 2010

    Membros do elenco e produtores de Lost sobem ao palco para dar adeus

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    August 30th, 2010Edu TeixeiraDiversos

    A estatuetaSe você leu o post de ontem e me segue no Twitter já deve saber que meu aproveitamento foi pífio. Das dez categorias que escolhi como mais importantes e declarei minha preferência, só acertei três. Pífios 30%. Valeu pela brincadeira e pela vitória de Jim Parsons de The Big Bang Theory. Minha maior aposta na noite.

    A cerimônia foi divertida como de hábito, muito por conta da apresentação inspirada de Jimmy Fallon. As duas horas iniciais passaram com leveza e agilidade. A hora final no entanto, foi um pouco arrastada. Boa parte do problema se deve a ordem escolhida para a premiação. Pareceu-me equivocada a escolha de concentrar a maioria dos prêmios para séries no início, deixando somente as duas principais categorias – melhores séries de drama e comédia – para o finalzinho. O trecho dedicado a premiar telefilmes e mini-séries ficou longo e pouco aderente às piadas do apresentador. Somando o fato de que até para os americanos, esses concorrentes não são tão populares por serem de canais à cabo, e você verá que uma mudança na ordem, intercalando as premiações de séries, minisséries e telefilmes seria bem-vinda.

    Falando dos vencedores, mais uma vez a premiação mostrou que os eleitores são completamente divorciados da realidade. A história do prêmio mostra atrocidades, e isso não é necessariamente uma crítica aos vencedores em si, mas ao fato de terem superado séries claramente superiores. Quanto mais tempo passa, mais fica evidente que o “penta-campeonato” de Frasier entre 1994 e 1998 foi um descalabro. Sienfeld, uma série em tudo muito superior, ganhou só uma vez em 1993, mesmo tendo ido ao ar de 89 a 98. Nem preciso falar de Friends, outra sitcom que marcou a TV muito mais significativamente que Frasier, e que só levou o “caneco” em 2002.

    Com esse fundo histórico, a terceira vitória seguida (em três aparições) de Mad Men não foi sequer surpresa. Mesmo tendo concorrentes superiores – Lost, Dexter, The Good Wife, Breaking Bad, etc. – essa série parece gozar de um prestígio inabalável junto aos eleitores da Academia de Televisão, Artes e Cinema. E isso me incomoda. Ao contrário do Oscar, que pode ter uma aberração aqui, outra ali, a impossibilidade de um mesmo filme concorrer em mais de uma edição do prêmio, ajuda a evitar que erros se repitam. Já no EMMY, prêmio que eu gosto muito mais de assistir e que me interessa muito mais, o mesmo erro pode ser repetido infinitas vezes, desde que a série esteja ainda em produção. E parece que eles gostam mesmo de insistir em equívocos.

    Esse desabafo, devo confessar, é por causa de Lost. Já disse aqui outras vezes que sou muito fã da série e que a considero uma das 5 melhores de todos os tempos. Exagero ou não, é inegável que Lost deixou sua marca na história da televisão e que daqui há 20, 30 anos, ainda será lembrada. Já Mad Men….

    Algumas ótimas séries ganharam o Emmy merecidamente, mas cairam no esquecimento. Você se lembra de Picket Fences? Ganhou como melhor drama em 93 e 94. Embora ótima série, era mais uma. Mais do mesmo. Sienfeld não era, e Lost – que ganhou em 2005 – também não e ambas mereciam ter vencido mais de uma vez o EMMY de melhor série. Séries diferentes, marcantes e únicas precisam ser muito premiadas.

    Você concorda? Discorda? Comente.

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    August 29th, 2010Edu TeixeiraDiversos

    Na minha opinião,  o prêmio Emmy é mais importante que o Oscar. É isso mesmo! Embora eu adore cinema, a verdade é que a televisão é muito mais presente em minha vida e acredito que isso ocorra com você também. E tem um outro motivo: há tempos não temos chance de ver todos os filmes indicados ao Oscar (no cinema) antes da premiação, e isso tira grande parte do meu interesse pela cerimônia. Acho complicado torcer por um filme ou ator se eu não vi pelo menos a maioria dos concorrentes. E olha que teve o ano de 1995, no qual vi três filmes no mesmo dia só para me preparar para o Oscar (O Quatrilho, Nixon e Poderosa Afrodite).

    Mesmo antes da chegada da TV por assinatura no Brasil,  e antes da banda larga e seus downloads maravilhosos, eu já era fã de seriados. Mesmo picotados, dublados e sem créditos como a TV Globo tem hábito de fazer. Confesso que não assisto regularmente todas as séries que disputam prêmios na noite de hoje. Da maioria dessas, assisti os pilotos e não gostei o suficiente para continuar e poucas eu não vi sequer o piloto, mas posso dizer sem medo de errar, que algumas omissões na indicação me parecem absurdas. Qual a explicação para as duas sitcoms de maior audiência nos Estados Unidos, “Two And a Half Men” e “The Big Bang Theory”, ficarem de fora da premiação de melhor série de comédia? Não faz o menor sentido. E não é só por causa da audiência não. As séries realmente são ótimas. Jim Parsons, o impagável Sheldon de TBBT pelo menos foi indicado para melhor ator de comédia, já Charlie Sheen foi solenemente esquecido. O cara apronta todas fora da telinha, no entanto ele manda bem demais na série.

    Bem, depois do meu protesto, deixo meus votos  para as principais categorias e justificativas.

    Melhor Série de Drama: Breaking Bad, Dexter, The Good Wife, Lost, Mad Men e True Blood.
    Voto em Lost. Esse voto foi difícil. Gosto muito de várias dessas séries, porém com acho Lost uma das 5 melhores séries de tv de todos os tempos, levar a estatueta na sua última temporada me parece ser o mais justo e merecido.

    Simplesmente um clássico

    Melhor Série de Comédia: Curb Your Enthusiasm, Glee, Modern Family, Nurse Jack, The Office e 30 Rock
    Votaria em The Big Bang Theory. Como não posso, voto em Glee. É mais musical que comédia, mas essa série tomou a TV de assalto e não deixou pedra sobre pedra. E ainda homenageou o Journey… preciso dizer mais?

    Hit instantâneo

    Melhor Ator de Drama: Kyle Chandler (Friday Night Lights), Mathew Fox (Lost), Michael C. Hall (Dexter), Jon Hamm (Mad Men) e Hugh Laurie (House).
    Voto em: Michael C. Hall. Adorei o trabalho do Mathew Fox na temporada final de Lost, mas Michael C. Hall é simplesmente de outro mundo.

    Nosso assassino serial favorito

    Melhor Ator de Comédia: Alex Baldwin (30 Rock), Steve Carrell (The Office), Larry David (Curb Your Enthusiasm), Mathew Morrison (Glee), Jim Parsons (TBBT) e Tony Shalhoub (Monk).
    Voto em Jim Parsons. Esse voto nem precisa justificativa. O cara é o Sheldon. É um papel tão marcante que periga atrapalhar a carreira de Parsons, assim como Maxwell Smart/Agente 86 atrapalhou a carreira de Don Adams (vencedor de 3 Emmys consecutivos entre 1967 e 1969).

    Personagens marcantes demais

    Melhor Atriz de Drama: Connie Britton (Friday Night Lights), Glenn Close (Damages), Kyra Sedwick (The Closer), January Jones (Mad Men), Julianna Margulies (The Good Wife) e Mariska Hargitay (Law and Order: SVU).
    Voto em Julianna Margulies. Glen Close é um monstro e Kyra Sedwick arrasa, mas a atuação contida e precisa de J. Margulies merece ser premiada.

    Atuação cirúrgica

    Melhor Atriz de Comédia: Toni Collette (The United States of Tara), Eddie Falco (Nurse Jackie), Tina Fey (30 Rock), Julia Louis-Dreyfus (The New Adventures of Old Christine), Lea Michelle (Glee) e Amy Poehler (Parks and Recreation).
    Meu voto: Toni Collette. Não curti a série como um todo, mas a versatilidade de Collete tem que ser valorizada.

    Versatilidade

    Melhor Ator Coadjuvante de Drama: Aaron Paul (Breaking Bad), Martin Short (Damages), Terry O’Quinn (Lost), Michael Emerson (Lost), John Slattery (Mad Men) e Andre Braugher (Men of a Certain Age).
    Meu voto: Martin Short.Terry O’Quinn fez um trabalho incrível com seu FLOCKE e Micheal Emerson é assombroso, mas Martin Short fez melhor. Eu sei que é clichê, porém também é verdade: bons comediantes arrebentam quando fazem drama.

    As rugas ajudaram

    Melhor Ator Coadjuvante de Comédia: Chris Colfer (Glee), Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother), Jesse Tyler Ferguson (Modern Family), Eric Stonestreet (Modern Family), Ty Burrell (Modern Family) e Jon Cryer (Two and a Half Men).
    Meu voto: Jon Cryer. Sério, como a comédia número um da TV americana foi tão esnobada? Cryer é muito mais que coadjuvante. É co-ator principal. Merece!

    Tá na hora de fazer justiça

    Melhor Atriz Coadjuvante de Drama: Sharon Gless (Burn Notice), Rose Byrne (Damages), Archie Panjabi (The Good Wife), Christine Baranski (The Good Wife) e Christina Hendricks (Mad Men).
    Meu voto: Archie Panjabi. Fiquei na dúvida nessa. Rose Byrne mereceu sérias considerações, no entanto a marrenta e misteriosa Kalinda de The Good Wife leva por um nariz. 🙂

    Qual será a praia da Kalinda?

    Melhor Atriz Coadjuvante de Comédia: Jane Lynch (Glee), Julie Bowen (Modern Family), Sofia Vergara (Modern Family), Kristen Wiig (Saturday Night Live), Jane Krakowski (30 Rock) e Holland Taylor (Two and a Half Men).
    Meu voto: Jane Lynch. Sue Sylvester não aceita perder e se depender de mim leva  o prêmio hoje. Como uma boa técnica de cheerleader, “com os pés nas costas”.

    O segundo lugar é primeiro perdedor!

    Meus votos são puramente baseados no meu gosto pessoal. Você discorda? Deixe seus votos nos comentários.

    Os canais Sony e AXN transmitem a cerimônia. A premiação começa às 21h, mas a cobertura começa às 20 com a chegada dos convidados ao Nokia Theatre.

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    August 15th, 2010Edu TeixeiraComic-Con, Séries

    Com muito atraso, mas certo de que antes muito tarde do que nunca, segue meu texto sobre o painel “Women Who Kick Ass” ou Mulheres que Chutam Traseiros, patrocinado pela “Entertainment Weekly”.

    Há bem pouco tempo, cinema e televisão raramente confiavam em mulheres para papéis de destaque em filmes de ação. Como protagonista então, era mais difícil ainda. Ainda bem que o cenário mudou e Angelina Jolie tem muito a ver com isso. Com filmes como Lara Croft: Tomb Raider , O Procurado e Sr. e Sra. Smith, a filha de Jon Voight pavimentou o caminho e outras seguiram.  Do recém lançado “Salt”, com a própria Angelina, a outros filmes já em produção, passando por séries de TV, as mulheres estão cada vez mais assumindo o controle e “chutando traseiros” como nunca antes.

    Inspirada por esse cenário auspicioso, a revista “Enterteinment Weekly” patrocinou o painel “Women Who Kick Ass” na tarde de 24 de julho, na Comic-Con 2010. Para deleite do público presente no salão de festas 20, a moderadora Nicole Sperling da EW recebeu as talentosas beldades Jena Malone (“Sucker Punch”), Anna Torv (Fringe), Elizabeth Mitchell (V e Lost), Ellen Wong (“Scott Pilgrim vs. the World“), e Mary Elizabeth Winstead (“Scott Pilgrim vs. the World“) para uma hora de discussão sobre a nova onda de heroínas de ação em Hollywood.

    Jena Malone revelou que nunca passou em nenhum teste físico, até ser escolhida para o incrivelmente físico papel de Rocket no novo filme de Zack Snyder (Watchmen) “Sucker Punch”. “E se eu não aguentasse o tranco? E se meu coração não suportasse correr na velocidade necessária?”, brincou Malone reconhecendo que passou por um programa rígido de condicionamento após conseguir o papel. Treinamentos com marinheiros americanos de elite, em artes marciais, e com especialistas em armas fizeram parte da preparação.  Na opinião dela, seu maior feito nas filmagens, no entanto, foi levantar mais de 150 kg como uma atleta olímpica. Jena Malone parecia séria ao dizer que “levantamento de pesos é como uma droga e eu me viciei”. As outras participantes encararam a atriz de aparência frágil com olhares de completo espanto.

    Elizabeth Mitchell, Anna Torv e Jena Malone

    Todas as atrizes do painel concordaram na importância em rodar cenas de ação sem a ajuda de dublês. Bem, pelo menos algumas delas. Mary Elizabeth Winsted disse que “todos os atores que eu conheço querem fazer suas cenas sem dublê”. Ela também revelou que temeu em ficar para trás no treinamento para o filme “Scott Pilgrim vs. The World”, pois ficou doente e perdeu duas semanas de trabalho físico. Já Wong disse ser “incrivelmente recompensador” fazer suas próprias cenas de ação e que “fazer um filme de super-herói dá uma sensação ótima de poder”. A despeito do discurso de todas sobre a importância de fazer suas próprias cenas de ação, Jena Malone fez questão de dar crédito às dublês ao dizer que “não dá para substituir vários anos de conhecimento e experiência com três meses de treinamento”.

    Mudando o foco para a televisão, Ana Torv destacou a inversão de gênero em Fringe. “Olivia é o homem, ela faz todo o trabalho duro enquanto os meninos ficam conversando na cozinha” e ainda revelou o apelido da Olivia do universo paralelo, usado internamente na produdução da série: “bOlivia”. Elizabeth Mitchell, que reconheceu ser “geek”, apontou para o fato do gênero ficção científica como um todo ser farto em papéis intrigantes para mulheres. “Eu fui criada com a crença de que não há nada que mulheres não possam fazer e acredito que si-fi é um eco disso”, disse Elizabeth Mitchell para aplausos gerais. “Existem mulheres sensacionais em ficção científica. Em V eu adorei que Erica é mãe, e que ninguém ao seu redor questiona sua força”, completou.

    A mediadora perguntou a cada uma das atrizes qual a cena de ação mais radical que já fizeram e a resposta de Jena Malone foi de longe a melhor. A atriz descreveu minuciosamente uma cena de “Suker Punch” na qual ela é obrigada a ficar pendurada de cabeça para baixo, a uma altura de quase 10 metros e consegue assim mesmo atirar e recarregar uma submetralhadora. Ela brincou: “A única pessoa que eu conheço que já descarregou uma submetralhadora estando de ponta cabeça foi o Ice Cube”

    Para não ficar para trás após a inspirada resposta de Jana Malone, Elizabeth Mitchell “apelou” dizendo “eu fiquei pendurada em um poço profundo”, em clara referência a Lost, para delírio do público presente. Mithchell disse ainda que em preparação para a Con, resolvou fazer queda livre. “Eu gritei e descarreguei tudo. Ok, agora eu estou pronta para a Comic-Con”.

    Abaixo, seguem os videos que fiz desse painel. Aproventem!

    Parte 1 de 4

    Parte 2 de 4

    Parte 3 de 4

    Parte 4 de 4

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    July 24th, 2010Edu TeixeiraColetiva de Imprensa, Comic-Con
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