Comic-Con San Diego, Séries de TV e Cinema A cobertura da Comic-Con feita por um brasileiro para brasileiros e muito mais!
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    August 31st, 2011Edu TeixeiraSéries

     Finalmente o SyFy divulgou o primeiro promo da 2ª temporada de “Being Human”, uma das séries de maior sucesso do canal.

    O vídeo abaixo mostra uma recapitulação da primeira temporada e cenas da próxima. A série só volta ao ar em 2012.

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    June 9th, 2011Edu TeixeiraSéries

    Jacob vai participar de “The Closer (TNT). Melhor dizendo, o ator Mark Pellegrino (“Lost”), terá um papel recorrente na sétima e última temporada da série quando ela retornar ao ar no meio de Agosto.

    Pellegrino será Gavine Baker, um poderoso advogado de defesa, descrito pelo produtor executivo James Duff como Gay e formidável. Depois de ser o todo poderoso da Ilha de Lost, o capeta em pessoa em “Supernatural” (CW) e o poderoso vampiro Bishop em “Being Human” (SyFy), a definição não chega a ser impressionante, mas com certeza será divertido vê-lo contracenar com Kyra Sedgwick. Não entrarei em mais detalhes para não estragar a surpresa.

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    February 4th, 2011Edu TeixeiraSéries

    O piloto foi muito bom, o segundo episódio foi fraco e o terceiro foi bom. O que esperar do próximo episódio de “Being Human”? Realmente não sei. O que sei, é que “Wouldn’t It Be Nice (If We Were Human)” que vai ao ar na próxima segunda-feira (07/02) nos apresentará a outro lobisomem e nos dará uma melhor noção do real relacionamento de Danny e Bridget. Enquanto isso, o relacionamento de Aidan com Rebecca se intensifica.

    Veja um pouco desses três desenvolvimentos da trama no sneak peek abaixo.

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    January 21st, 2011Edu TeixeiraSéries

    Para começo de conversa, acho injusto comparar versões da mesma série produzidas em países diferentes. Explico. Diante da crescente tendência de adaptar séries estrangeiras, principalmente inglesas, para o mercado norte-americano, tenho lido duras críticas às versões feitas nos Estados Unidos, invariavelmente as comparando com os originais. Acho isso uma covardia.

    O enredo pode ser o mesmo, mas não é  a mesma série. E o mercado alvo é completamente diferente. Se fossem, seria muito mais barato e fácil exibir a verão original.

    Fazendo uma analogia, os Estados Unidos é o país das séries assim como o Brasil é o país das novelas. Digamos que Portugal, notório consumidor de nossas novelas, produzisse uma ótima novela, sucesso de crítica e público. Você acha que a TV Globo simplesmente compraria a novela lá para exibi-!a aqui? Já fazer uma versão nacional, com atores falando português brasileiro, seria algo perfeitamente viável. Para os americanos, séries inglesas funcionam da mesma forma.

    Fiz essa longa introdução por que semana passada, quando escrevi sobre o ótimo piloto de “Shameless” (SHO), não me dei conta que ainda teria outras adaptações de séries britânicas para avaliar nessa mideseason. Nessa semana, por exemplo, estrearam outras duas séries do gênero: “Being Human” (SyFy) e “Skins” (MTV). Dessas, já vi o piloto da primeira e nunca assisti sequer um episódio da série original. Nem na TV brasileira. Aliás, por princípios, não assisto séries inglesas, e com isso, posso avaliar as adaptações ianques com total imparcialidade. Sem qualquer contaminação.

    Vou te contar uma coisa, essa modinha de vampiros, e em menor escala de lobisomens e outros monstros clássicos, já está chata e repetitiva. Sou tradicional quando o assunto são monstros que me assombravam na infância e vampiros que não são incinerados pelo sol é algo de difícil digestão para mim. Lobisomens que se transformam quando dá na telha e têm plena consciência de seus atos enquanto transformados também. Nesse quesito, “Being Human” tira nota 5. O vampiro é moderninho. É imune ao sol. Já o lobisomem é das antigas. Transforma-se involuntariamente nas luas cheias e perde a consciência quando o faz.

    Peraí. Me dei conta que nem expliquei o tema da série. “Being Human” conta a estória de dois amigos. Um precisa beber sangue para se alimentar e o outro precisa tomar vacina anti-rábica de vez em quando. Eles trabalham como enfermeiros em um hospital e tentam levar uma vida normal. Para facilitar essa tentativa, resolvem dividir uma casa. A ideia é simples. Um ajuda o outro a proteger seu segredo. As coisas se complicam um pouco quando os dois percebem que a casa alugada é assombrada pelo fantasma de uma jovem ex- moradora do local. Para a surpresa da fantasminha, os dois monstros são os únicos que a escutam e vêem.

    Como de hábito, vou evitar spoilers do piloto. O que posso dizer é que tirando o problema do vampiro à la Crepúsculo, a série é mais um acerto nesse bom pacote de estreias de meio de temporada. Um cliffhanger legal no fim do piloto me fará ver, pelo menos, o segundo episódio.

    O único rosto realmente conhecido no elenco é o do Jacob/Lúcifer…quero dizer, o de Mark Pellegrino (“Lost” e “Supernatural”). Ele é o vampiro Bishop, aparentemente o líder dos sugadores de sangue.

    Das séries de monstros sobrenaturais (então “Dexter” não conta), vejo regularmente apenas “Supernatural“. Tenho “True Blood” toda baixada, mas não passei da primeira temporada, o que mostra que esse tipo de série não é exatamente a minha praia, Mesmo assim, no caso de “Being Human“, o bom início pode me fazer ver além do episódio 2.

    Se você quiser conferir o piloto, pode baixá-lo via BitTorrent clicando aqui. Depois comente.

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    January 13th, 2011Edu TeixeiraSéries

    O SyFy liberou mais um vídeo promocional da sua nova série, “Being Human“, mais uma adaptação de uma série britânica para a TV americana. A série estreia – nos Estados Unidos –  no dia 17 de Janeiro de 2010.

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    January 1st, 2011Edu TeixeiraSéries

    Todo ano é a mesma coisa e mesmo assim sofremos. Pensando de forma lógica,  é necessário que  algumas séries terminem ou sejam canceladas para que novas surjam. Melhores, esperamos. O problema é que alguns cancelamentos machucam demais. No meu caso, e acredito para muitos de vocês também, vem uma sensação de tempo perdido muito grande. Investi horas e horas em uma série e sequer conhecerei o final da trama. Infelizmente, é muito comum que séries sejam canceladas mesmo após um cliffhanger sensacional. E nunca mais ficamos sabendo o que aconteceu depois.

    Em 2010, me despedi de algumas séries queridas de formas bem distintas. “Lost” se foi e deixou saudades, muitas saudades, mas deixou também uma sensação de dever cumprido. Sei que muita gente não gostou do final, mas eu gostei muito. Acho absurda a ideia de que era necessário explicar todos os mistérios da série. Pensem na vida. Temos respostas para tudo? Então como podemos querer saber tudo sobre tudo e todos naquela ilha fantástica? “Lost” valeu pela viagem.

    Já o cancelamento de “Rubicon” me deixou triste demais. A série era provavelmente a mais realista série na TV. E não me venham falar dos abomináveis reality shows. Quero que morram todos. Quando vi o piloto de “Rubicon” soube de imediato que era uma série de qualidade, porém muito difícil de gostar de cara. Como diz uma expressão em inglês, ela cresce em você (grow on you). Cresce de forma contínua e quando percebemos, ela já é uma das nossas favoritas. Quando digo que a série era realista, me refiro ao fato de que a trama era 100% verossímil. Uma agência governamental de inteligência, sem grandes aparatos tecnológicos, mas com pessoas muito, muito inteligentes sentadas em volta de uma mesa pensando, analisando cenários, discutindo teorias, tendo na grande maioria das vezes apenas fotos, vídeos e gravações de grampos. E no fim das contas, dentro da própria agência, um traidor usa seus conhecimentos para obter enormes ganhos financeiros ao custo da perda de muitas vidas inocentes. Pode acontecer a qualquer momento. Não pode?

    Inteligência acima de aparatos tecnológicos

    O cancelamento de “Rubicon”, ou melhor, dizendo, a sua não renovação para uma segunda temporada foi especialmente decepcionante, não porque a série terminou sem final. Embora não completamente fechado, deu até para entender o fim de temporada, como o fim da série. O que mais me decepcionou na história foi a falta de paciência da AMC com a série. Logo um canal a cabo, que teoricamente, deveria ter mais lateralidade. Sua audiência era muito inferior ao grande hit do canal, a super premiada “Mad Men”, e também não chegava perto da muito elogiada “Breaking Bad”. Já o sucesso estrondoso (para os padrões a cabo) de “The Walkind Dead” ajudou a evidenciar que mais gente deveria estar assistindo “Rubicon”. Sei perfeitamente que televisão é um negócio como outro qualquer, mas com três de suas quatro séries originais, tendo tanto sucesso de público e crítica, não seria razoável ter um showzinho funcionando no vermelho? Em respeito ao seu fiel público e a qualidade inegável do programa. Em marketing, esses produtos de qualidade, mas nem sempre lucrativos são chamados de “animais de estimação”.

    Há duas semanas, sofri outro duro golpe. Comecei a ver “Stargate: Universe” com algum atraso. A série já estava no break da segunda temporada, quando assisti ao piloto. Assisti aos vinte episódios da temporada de estreia em menos de um mês e fiquei fã da série mais sombria e densa da franquia Stargate. Quando começava a assistir a primeira metade da segunda temporada, veio a facada. A série não seria renovada. Como consolo, o final da segunda temporada será exibido em 2011. E isso lá é consolo? Os episódios já estão filmados e prontos, logo, não foram pensados como um fim de série. Os produtores seguem explorando outras formas de tentar trazer a série de volta dos mortos, mas fora um improvável cross-over com “The Walking Dead”, é realmente muito difícil que tenham sucesso.

    Eu tenho outros motivos para assistir SGU, mas...

    O que me deixa mais desapontado é que a série é exibida por um canal de nicho, o SyFy, e canais de nicho precisam ter plena consciência do que realmente são. Aparentemente, o SyFy não tem essa ideia bem sedimentada. O CW, por exemplo, tem. Mesmo concorrendo com as grandes redes de TV aberta, o canal sabe que tem um público próprio e fiel. Sabe que uma audiência de dois milhões – uma catástrofe para as redes gigantes – é um bom número para o nicho que o canal ocupa. E a vida segue e séries como “Supernatural”, “Smallville” e outras acumulam temporadas de sucesso para a emissora. Tirando isso, a morte de SGU começou a se desenhar com duas decisões da própria emissora: tirar a série do verão, levando-a para o concorrido outono, e mudar o dia de exibição, trocando as tranquilas sextas-feiras pela concorridas terças. SGU foi forçada a competir com “Glee” (FOX) e NCIS: Los Angeles (CBS) e nem preciso dizer que levou mais porrada que saco de areia em academia de boxe. Um forte indicativo de que as mudanças foram cruciais para a queda de audiência, é o resultado da medição posterior ao dia de exibição. Quando computada a audiência de quem grava a série ou a baixa legalmente para ver depois, o total sobe em nada menos que 78%. Ou seja, a audiência quase dobra. Os telespectadores estão lá, são fiéis e safos, tecnologicamente falando. Logo, assistem outras séries ao vivo e guardam SGU para depois. Nada mais natural.

    Os cancelamentos de “Caprica” (anunciado anteriormente) e “SGU” pelo SyFy deixaram claro que 2010 não foi o ano do canal. As duas séries tinham seguidores suficientes para justificar suas renovações, dado o nicho que o canal ocupa. Faltou inteligência e paciência. Ambas as decisões foram murros no queixo do gênero ficção científica como um todo, desferidos por quem se menos esperava, e olha que SyFy terá algumas estreias bastante interessantes em 2011, com destaque para “Being Human”, “Alphas” e “Battlestar Galactica: Blood & Chrome”, assim como “Caprica”, um prequel de “Battlestar Galactica”.

    As questões que ficam são: como continuar confiando no SyFy depois dessas decisões recentes? Vale a pena investir nosso precioso tempo nas séries do canal? Se as decisões desse ano forem levadas em conta, 2011 também não será um bom ano para o canal que um dia já foi o refúgio seguro para os fãs de ficção científica.

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    December 25th, 2010Edu TeixeiraSéries

    Being Human” é a adaptação americana do SyFy,  para a aclamada série original homônima da BBC. Nela, três colegas de apartamento, na casa dos vinte anos, convivem em surpreendente harmonia, dado que um é vampiro, outro é um lobisomem e a terceira é um fantasma.

    Eles se desdobram para manter seus segredos, enquanto se ajudam na difícil tarefa de viver uma vida dupla. Bem, pelo menos o lobisomem vive uma vida dupla. Já os outros dois…

    Dave Howe, Presidente do SyFy definiu “Being Human” como “uma série inteligente, contemporânea, jovem e cheia de imaginação, que reflete o posicionamento de mercado da marca SyFy. Estamos muito felizes em fazer essa adaptação para a audiência americana”. Será isso tudo mesmo? Eu não vi a versão britânica, mas pretendo dar uma espiada para pelo menos fazer uma comparação entre as duas.

    O elenco de “Being Human” terá Sam Witwer (“Smallville” e “Battlestar Galactica”), Meaghan Rath (“The Assistants”), Sam Huntington (“Cavemen”, “Superman Returns”) e Mark Pellegrino (“Lost”, “Supernatural”).

    Adam Kane (“The Mentalist” e “Heroes”) será o líder da equipe criativa, assumindo a direção e a co-produção executiva. Completam a equipe o produtor executivo Michael Prupas (“The Kennedys” e “Pillars of the Earth”) e o casal de produtores e roteiristas Jeremy Carver (“Supernatural”) e Anna Fricke (“Men in Trees” e “Everwood”).

    Foram encomendados 13 episódios de 1 hora e a estreia nos Estados Unidos está prevista para  17 de Janeiro de 2011.

    Separei para vocês dois vídeos. O primeiro é um spot de TV da série e o outro é um “por trás das câmeras”. Espero que curtam e comentem!

    FELIZ NATAL!

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