Comic-Con San Diego, Séries de TV e Cinema

A cobertura da Comic-Con feita por um brasileiro para brasileiros e muito mais!
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    March 19th, 2012Edu TeixeiraSéries

     

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    Quando “Glee” estreou, demorei a ter curiosidade suficiente para ver o piloto. A premissa da série me soava adolescente demais. Encorajado por alguns amigos, baixei os primeiros oito episódios e os assisti todos no mesmo fim de semana. A série tinha um frescor, uma originalidade que eu adorei. Infelizmente, o grande sucesso comercial da série causou um efeito indesejado, que a levou ladeira abaixo: a história virou carona das músicas. Vendê-las no iTunes passou a ser mais importante que escrever roteiros que não sejam soníferos. Ainda assisto a série queridinha da Fox, mas cada vez gostando menos e vendo mais defeitos.

    No fim das contas, por pior que “Glee” fique, o fato de ter despertado o interesse do público de séries por musicais já valeu. Fez história. Se “Smash” (NBC) está no ar hoje, é por que “Glee” abriu o caminho. Não por acaso, mais de um crítico disse que “Smash”é um “Glee” para adultos.

    A série segue um grupo que pretende montar um musical sobre Marilyn Monroe na Broadway. Mesmo depois que outros grupos naufragaram terrivelmente em empreitadas similares.

    O primeiro episódio de “Smash”, mais uma tentativa de Steven Spielberg (Produtor Executivo) de emplacar um grande sucesso na TV, é simplesmente um dos melhores pilotos dos últimos anos. De tirar o fôlego. No final, deu até vontade de levantar do sofá e aplaudir. Como se eu tivesse acabado de assistir um ótimo musical na Broadway. As músicas são ótimas, as interpretações vibrantes e as coreografias empolgam até um cintura dura como eu. Não seria surpresa se, num futuro próximo, o musical Marilyn Monroe realmente for montado em um teatro de Nova York.

    Debra Messing (“Will & Grace ”) está ótima como Julia Huston, a metade letrista de uma dupla de experientes e bem sucedidos compositores. Seu parceiro e melhor amigo, Tom Levitt, é igualmente bem interpretado por Christian Borle (Caçador de Recompensas).  A veterana Angelica Houston (A Família Addams) está impagável como a produtora trocada pelo marido por uma mulher bem mais nova. Megan Hilty canta muito e faz uma Ivy Lynn talentosa e insegura na medida certa. Também merece destaque o competente Jack Devenport (“Flash Forward”) no papel de Derek Wills, um improvável diretor e coreógrafo heterossexual e garanhão. Escrevo isso sem qualquer preconceito.

    Por fim, a melhor surpresa no elenco. Quem viu Katharine McPhee em “American Idol” (eu não vi, pois abomino reality shows) disse que ela cantava muito. E realmente ela canta maravilhosamente. O que ninguém sabia era que ela também sabia atuar. Ela defende com competência o papel de Karen Cartwright, uma jovem garçonete que sonha em ser uma estrela de musicais.

    Depois de seis episódios, sou obrigado a admitir que o piloto foi de longe o melhor deles. Gostei de todos, mas um defeito da série que passou despercebido a estreia veio à superfície e, embora não seja grave o suficiente para me fazer desistir da série, ele precisa ser abordado.

    A escalação do novato Emory Cohen como Leo Huston, filho de Julia (Messing) é de deixar jovens atores de talento furiosos. O garoto é um péssimo ator e quase consegue estragar todas as cenas que aparece. Mas o problema não é só ele. O personagem também não ajuda. Soa pouco verossímil um adolescente ser tão favorável à ideia de seus pais adotarem uma criança. Essa parte da história me pareceu forçada desde o piloto.

    Já o personagem Ellis Tancharoen, interpretado pelo estreante Jaime Cepero é de dar ataque cardíaco em monge budista. Toda vez que o assistente pessoal de Tom Levitt (Borle) aparece em cena, dá vontade de enfiar a mão na tela, arrancar o cara de lá e esganá-lo. Sério. Mas isso eu não posso nem dizer que é um defeito. Provavelmente, o personagem é escrito dessa forma e se assim for, os roteiristas merecem elogios. Conseguiram criar um sujeito realmente detestável.

    A estreia de “Smash” deu a NBC a primeira vitória na audiência no slot (segunda-feira às 10 da noite) depois de muitos anos (sem contar com a transmissão das Olimpíadas de 2008). A outrora líder do horário nobre norte-americano precisava de um sucesso que mostrasse que o barco está sendo apontado para o rumo certo. Pelo menos criativamente. Os 11.4 milhões de espectadores (com 3,4 na faixa etária de 18-49 anos) obtidos em 6 de Fevereiro foi a melhor marca da série até agora. O sexto e último episódio exibido obteve o menos animador total de 7.9 milhões de espectadores, com 2,4 no demo.

    Em resumo, a série é feita sob medida para quem curte musicais, mas pode irritar quem não gosta. Como faço parte do primeiro grupo, sou fã de “Smash” e recomendo a todos que, no mínimo, vejam o piloto. Depois comentem!

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    February 24th, 2012Edu TeixeiraComic-Con, Filmes

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    No início de 2010, eu estava super enrolado com os preparativos para minha primeira ida à Comic-Con em San Diego quando meu querido amigo e guru Gustavo Gontijo me enviou um e-mail muito interessante. Nele, os produtores de “Comic-Con Episode IV: A Fan’s Hope“, um documentário dirigido por Morgan Suporlock (“Supersize Me”), procuravam personagens e as filmagens que aconteceriam durante a Comic-Con 2010. Nem pensei duas vezes. Mandei um e-mail me oferecendo para ser um dos fãs que seriam seguidos pelas câmeras do cineasta.

    Algum tempo depois fui informado, também por e-mail (ver imagem no fim deste texto), que eu não havia sido escolhido para ser um dos 4 (ou 5) personagens principais do filme, mas que eles gostaria de gravar meu depoimento assim mesmo.  Cheguei em San Diego no dia 20/07/2010 e no dia seguinte, antes mesmo de ir pegar meu crachá de imprensa fui até o San Diego Marriott Hotel and Marina para gravar minha participação.

    Fui recebido cordialmente pela produção, assinei alguns formulários de direito de imagem e rapidamente fui à maquiagem. Em menos de 20 minutos eu estava na frente das câmeras, sendo entrevistado pelo diretor Morgan Spurlock. Devo confessar que uma entrevista em inglês no meu primeiro dia inteiro em solo norte-americano não foi uma experiência confortável. Some o nervosismo natural com a demora em engrenar meu inglês  e você pode imaginar o motivo de eu ter gaguejado tanto em várias respostas. E eu não sou gago.

    De qualquer forma, foi uma experiência inesquecível e agora que o filme está prestes a ser lançado, fico na esperança de aparecer na montagem final. É difícil, mas nunca se sabe.

    Veja abaixo o primeiro trailer do documentário. Acabou de sair do forno.

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    February 23rd, 2012Edu TeixeiraSéries

    imagem_oscarsO próximo domingo (26/02) é dia de Oscar 2012 e mais uma vez organizarei o já tradicional bate-papo ao vivo durante a entrega dos prêmios. Comigo estarão Gustavo Gontijo (roteirista da Rede Globo),  Erika Wurts (Mestranda em Televisão, Rádio e Cinema na Syracuse University, no estado de Nova York,  Claudio Ramos (Responsável pelo licenciamento  da DreamWorks  Animation na América Latina), além de meus companheiros do super site Lérias & Lixos, capitaneados pela editora-chefe Amanda Santoro.

    Como sempre a ideia e jogar conversa fora sobre a cerimônia, os filmes, os esquecidos, os injustiçados, os resultados e por aí vai. Tudo muito descontraído.

    A cerimônia está marcada para às 21 horas (horário de Brasília), mas eu vou abrir os trabalhos às 20 horas para acompanharmos juntos a chegada dos astros e estrelas no tapete vermelho. A transmissão na TV será pela TNT e o tapete vermelho também poderá ser assistido no canal E!. Conto com vocês!

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    February 23rd, 2012Edu TeixeiraSéries
    the_river2

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    Tem séries que a quando anunciadas ficamos doidos para ver. Isso independe do nosso gênero de séries preferido. Eu, como fã de ficção científica, subo pelas paredes de ansiedade por novos produtos que desafiem minha imaginação. Achei a premissa de “The River” (ABC) interessantíssima, mas o resultado final foi para lá de decepcionante.

    A série criada por Oren Peli (Atividade Paranormal) e Michael R. Perry (“NYPD Blue”) e produzida por Steven Spielberg conta em forma de falso documentário a história de uma expedição de resgate no coração da Amazônia. Durante mais de 20 anos o Dr. Emmet Cole (Bruce Greenwood) viajou por todo mundo em busca de histórias para o programa “The Undiscovered Country”, uma espécie de reality show sobre fauna e flora. Contrariando vários hábitos em sua última aventura, o Dr. Cole não leva sua esposa (Leslie Hope), seu produtor Clark Quitely (Paul Blackthorne), nem tampouco o mecânico de fé Emilio Valenzuela (Daniel Zacapa). Com a equipe modificada ele embarca no Magus, seu estúdio em forma de barco, e ruma para um local não mapeado da Amazônia, desaparecendo sem deixar vestígios.

    Seis meses depois, já com as buscas oficiais suspensas, um sinal do transmissor de emergência do Dr. Emmet é captado. A rede de televisão – que exibiu por duas décadas o programa apresentado pelo cientista explorador – não pensa duas vezes e resolve financiar uma expedição de busca. “Só” pedem em troca o direito de documentar tudo, exibindo as filmagens da aventura como uma nova temporada de “Undiscovered Country”.

    Não assisti nenhum dos três filmes Atividade Paranormal, nem tanto por falta de interesse, mas de tempo. Sei que fizeram algum sucesso (tanto que foram três, com um quarto em produção) e que tinham o mesmo formato de falso documentário que “The River”. Digo isso para esclarecer que meus comentários sobre a série não estão contaminados de forma alguma pelos filmes dirigidos e/ou produzidos por Oren Peli.

    O que mais me incomoda em “The River” são os buracos na história. As peças não se encaixam em nenhum momento e isso dá uma forte sensação de enganação. A história do transmissor de segurança é uma forçada de barra desnecessária. Como a senhora Cole estava praticamente divorciada do marido aventureiro, como fazer ela se embrenhar no meio da floresta tropical em busca do sujeito? Um transmissor de emergência. Brilhante não é? Não. Forçado. Ela não precisava estar se divorciando para começo de conversa e a motivação seria o bom e velho amor. E precisa mais? E por que ele não levou a mulher nessa aventura? Por amor. Para protegê-la de perigos que ele sabia que enfrentaria. Muito mais bem amarrado, simples e honesto. Mas esse não é o pior dos furos. Depois de seis meses de buscas oficiais e de uma incursão independente bancada pela rede de TV que não dá em nada, surge de lugar algum a filha de um operador de câmeras desaparecido e apresenta uma nova pista Forçado, forçado, forçado demais.

    Outro problema sério é a falta de comprometimento da produção com o estilo escolhido. Se é para fazer um falso documentário, tem que fazer direito. Como bem disse um seguidor meu no Twitter (@the_tyger): “O que atrapalha são os elementos que não são próprios de mockumentaries: trilha sonora e cenas aéreas”. É exatamente isso. Ou é ou não é. Não dá para ficar no meio do caminho.

    Depois de “Lost”, parece que o medo das grandes redes de bancar séries com histórias continuadas foi amplificado. Elas sempre tiveram receio, mas agora a situação parece bem pior. Mesmo séries com total DNA de continuação são forçadas a conter histórias fechadas em cada episódio. Da temporada atual, além de “The River”, Alcatraz (Fox) sofre do mesmo problema.

    Por último, como fã de Steven Spielberg sou forçado a dizer que, aparentemente, ele não é na TV o gênio que é (ou foi) no cinema. Suas produções (quase todas) recentes para a telinha mostram uma preocupante tendência ao fracasso. “Falling Skies” (TNT) é razoável. Desperta interesse, mas o resultado é muito aquém do que se esperava. “Terra Nova” (Fox) é cara para diabos e fraca. Roteiros tipo queijo suíço capitaneados pelo assassino de séries Brannon Braga (também escolha de Spielberg) e por último “The River”, que até agora consegue ser a pior das três.

    Depois de quatro episódios, dois dos quais um piloto duplo, posso dizer sem medo de mudar de opinião que não gostei de “The River”. Os sustos  parecem ser o objetivo e não uma consequência natural de uma história de mistério e terror bem contada. Como sustentar isso em uma série de TV é para mim um mistério maior do que o sumiço do Dr. Emmet Cole.

     

    Audiência:

    • Episódio 01 (07/02/12) – 2.6 no demo (18-49 anos) e 8.35 milhões no total de espectadores. Terceiro lugar no horário.
    • Episódio 02 (07/02/12) – 2.3 no demo (18-49 anos) e 6.83 milhões no total de espectadores. Primeiro lugar no horário.
    • Episódio 03 (14/02/12) – 1.7 no demo (18-49 anos) e 6.28 milhões no total de espectadores. Quarto lugar no horário.
    • Episódio 04 (21/02/12) – 1.7 no demo (18-49 anos) e 4.8 milhões no total de espectadores. Números preliminares.

    Ficha Técnica

    Elenco:

    Bruce Greenwood (“The Core”) – Dr. Emmet Cole

    Joe Anderson (“The Gray”) – Lincoln Cole (O filho do Dr. Cole)

    Leslie Hope (“24”) – Tess Cole (A esposa do Dr. Cole e mão de Lincoln)

    Eloise Mumford (“Crash”) – Lena Landry (Filha do operador de camera desaparecido)

    Paul Blackthorne (“The Gates”) – Clark Quitely (O produtor)

    Thomas Kretschmann (“King Kong”) – Cap. Kurt Brynildson (Responsável pela segurança)

    Daniel Zacapa (“Resurrection Blvd.”) – Emilio Valenzuela (O mecânico do Magus)

    Shaun Parkes (“Human Traffic”) – A.J. Poulain (Operador de camera)

    Paulina Gaitan – Jahel Valenzuela (Filha de Emilio)

    Luisana Lopilato  – Policial

    Scott Michael Foster (“Californication”) – Jonas Beckett (O operador de câmera do Dr. Emmet Cole)

    Produção:

    Oren Peli (Atividade Paranormal)

    Jason Blum (Atividade Paranormal)

    Steven Schneider (Atividade Paranormal)

    Darryl Frank (“Terra Nova”)

    Justin Falvey (“Smash”)

    Zack Estrin (“Prison Break”)

    Michael Green (“Heroes”)

    Wendy Battles (“Law & Order”)

    Aron Eli Coleite (“Heroes”)

    Glen Morgan (“Bionic Woman”)

    Steven Spielberg

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    February 8th, 2012Edu TeixeiraSéries

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    O que pode dar errado quando a produção de uma série reúne nomes como Michael Mann (O Informante), Dustin Hoffman (“Rain Man”), Nick Nolte (O Príncipe das Marés) e tem a marca HBO por trás? Tem tudo para ser um grande sucesso não é? É, mas “Luck” dificilmente será. Especialmente se o êxito for definido pela audiência.

    A série, que estreou no dia 29 de Janeiro, foi propositalmente pensada para ser um mergulho profundo no mundo do turfe, tirando uma tangente em outros jogos de azar. Uma experiência de real imersão no mundo das corridas de cavalo: hipódromo, proprietários de animais, treinadores, jóqueis, apostadores (ocasionais e habituais), mafiosos que tentam tirar proveito do jogo e tudo mais que você possa pensar. Para alguém versado nesse universo, a série é um prato cheio. Para a maioria dos mortais, infelizmente, ela será uma caixa preta. O criador David Milch (“NYPD Blue”) disse ter feito um grande esforço para evitar que “Luck” ficasse incompreensível para muitos. Infelizmente, não foi o suficiente.

    Ace Bernstein (Dustin Hoffman) é um mafioso da velha guarda que fez fortuna gerenciando jogos de azar ilegais. Acaba preso injustamente por tráfico de drogas, assumindo a culpa para não dedurar seu sócio. Ao sair da prisão – em liberdade condicional – é recepcionado por Gus Demitriou (Dennis Farina), seu motorista, amigo e confidente há muitos anos. Ace quer vingança e como parte do seu plano precisa comprar um hipódromo na Califórnia, Estado onde os casinos são ilegais. Sua ideia é organizar a jogatina tendo as corridas de cavalo como fachada e o hipódromo como lavanderia monetária.

    Fico especialmente triste com o resultado final por ver em “Luck” muitas qualidades. As cenas das corridas são lindas e filmadas como se cada um de nós fosse um jóquei no hipódromo de Santa Rita na Califórnia. Os personagens são interessantes e cheios de possibilidades. Desde o mafioso recém-libertado da cadeia após cumprir (pasmem) pena por um crime que não cometeu, passando por um gênio das apostas em cavalos, mas que é viciado em pôquer, até chegar a um amargurado treinador veterano que vê em um novo animal sua chance de redenção. A busca pelo realismo e verossimilhança é admirável, mas ao mesmo tempo é isso que faz a série pouco palatável para a maioria das pessoas. Definindo “Luck” em uma palavra, ela é hermética.

    E você? Gostou? Comente!

    Ficha Técnica:

    Elenco:

    Dustin Hoffman (“Tootie”) – Chester “Ace” Bernstein

    Dennis Farina (“Saving Private Ryan”) – Gus Demitriou

    John Ortiz (“The Job”) – Turo Escalante

    Richard Kind (“Spin City”) –  Joey Rathburn

    Kevin Dunn (“Transformers”) – Marcus

    Ian Hart (“Dirt”) – Lonnie

    Ritchie Coster (“American Gangster”) – Renzo

    Jason Gedrick (“Necessary Roughness”) – Jerry

    Kerry Condon (“Rome”) – Rosie Shanahan

    Gary Stevens (*) – Ronnie Jenkins

    Tom Payne (“Beautiful People”) – Leon Micheaux

    Jill Hennessy (“Autumn in New York“) – Jo

    Nick Nolte (“Hulk”) – Walter Smith

    (*) Gary L. Stevens faz sua estreia como ator. Ele foi um jóquei de sucesso que obteve vitórias importantes como o Kentucky Derby, o Preakness Stake e o Belmonte Stakes durante sua carreira.

    Produtores:

    David Milch (“Hill Street Blues”)

    Michael Mann (“Collateral”)

    Carolyn Strauss (“Treme”)

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    January 31st, 2012Edu TeixeiraSéries

    Se você, assim como eu, ficou com um nó no estômago ao ver a pequena Sophia (Madison Lintz) sair do celeiro da Fazenda Hershel, então deve estar muito ansioso para ver “Nebraska“, o próximo episódio de “The Walking Dead” que vai “ao ar” nos EUA no dia  12 de Fevereiro. O AMC liberou os três primeiros minutos do episódio e neles podemos ver o que acontece depois que Shane (Jon Bernthal), Rick (Andrew Lincoln) e seus compenheiros colocam para descansar definitivamente Sophia e os demais walkers  que Hershel Greene (Scott Wilson) mantinha presos, na esperança de uma cura. Se você não aguenta mais esperar, assista o vídeo abaixo. Você terá que colocar sua data de nascimento para provar que tem mais de 18 anos.

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    January 27th, 2012Edu TeixeiraSéries

    Chuck-cast-E finalmente chegou o dia de dizer adeus ao espião mais atrapalhado da TV desde Maxwell Smart, o famoso Agente 86. “Chuck”, a adorável e ingênua comédia de aventuras chega a seu fim hoje (27/01/2011) com “Chuck Versus The Goodbye”, um episódio duplo que irá ao ar nos Estados Unidos. Vai deixar saudades, mas não em tanta gente como deveria.

    A audiência conquistada por Chuck Bartowski (Zachary Levi) e cia. embora pequena, sempre foi extremamente fiel e combativa. A NBC não tem sido exatamente um modelo de sucesso nos últimos (muitos) anos e isso ajudou muito, mas sem dúvida foi esse público apaixonado que conseguiu renovar a série (inacreditáveis) quatro vezes.

    Descobri “Chuck” com três temporadas de atraso. Nunca dei bola para as insistentes chamadas da Warner. Tudo mudou na preparação para a cobertura da Comic-Con 2010. Na programação oficial do evento constava um painel de “Chuck” e como bom aprendiz de jornalista eu precisava me preparar. Não eram poucas as séries que estariam em San Diego e que eu não assistia. Sem querer acabei empurrando “Chuck” para o fim da fila. Só consegui ver o piloto e os três episódios seguintes dentro do avião na viagem entre Miami e Los Angeles. Me diverti horrores.

    Ao voltar ao Brasil mostrei o piloto para minha esposa. Daí em diante assistimos três temporadas em poucos meses até ficar em dia com os episódios da 4ª temporada que já tinha começado. Quando se assiste várias séries pesadas e densas – como é o meu caso – ter uma série leve (no bom sentido) como “Chuck” para acompanhar é quase uma necessidade.

    Chuck” é uma série clássica que será lembrada por todos durante anos e anos? Não, mas isso pouco importa. Os fiéis fãs da série nunca esquecerão as aventuras do nerd que virou espião, conquistou o coração de Sarah Walker (Yvonne Strahovski), uma estonteante agente da CIA e ficou amigo de John Casey (Adam Baldwin), um ranzinza agente da Agência Nacional de Segurança (NSA na sigla em inglês). Isso sem falar no resto da turma: o amigo de infância Morgan Grimes (Josha Gomez), Ellen (Sarah Lancaster) a irmã de Chuck, seu namorado Capitão Awesome (Ryan McPartlin) e a dupla completamente sem noção Jeff Barnes (Scott Krinski) e Lester Patel (Vik Sahay). Nunca esquecerei a dupla Jeffster cantando “Push It” do Salt N Peppa na maternidade durante o parto de Clara, sobrinha de Chuck e filha de Ellen. Simplesmente clássico.

    A cena de abertura do piloto com o agente Bryce Larkin (Matt Bomer de “White Collar”) roubando o Intersect e sendo baleado por agentes do Governo é ainda impactante. Recomendo que você reveja o piloto antes de assistir o episódio final. Vale à pena.

    Como última homenagem, deixo abaixo uma galeria de fotos da legião de atores convidados para as mirabolantes aventuras do Time Burtowski. Nenhuma série que eu lembre tem uma coleção de nomes em seus créditos como esta. Espero que gostem e perdoem se me esqueci de alguém. São tantos…

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    January 24th, 2012Edu TeixeiraFilmes

    imagem_oscarsNa manhã de hoje em Los Angeles  a atriz  Jennifer Lawrence e o presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas Tom Sherak anunciaram a lista dos indicados ao Oscar 2012.

    O filme com maior número de indicações foi Hugo, a primeira incursão de Martin Scorsese no mundo 3D, que obteve 11 indicações. The Artist o grande vencedor do Globo de Ouro vem logo atrás com 10. Conheça a lista dos indicados nas 24 categorias:

    Melhor Filme

    War Horse
    The Artist
    Moneyball
    The Descendants
    The Tree of Life
    Midnight in Paris
    The Help
    Hugo
    Extremely Loud & Incredibly Close

    Melhor Atriz

    Glenn Close (Albert Nobbs)
    Rooney Mara (The Girl With the Dragon Tattoo)
    Viola Davis (The Help)
    Meryl Streep (The Iron Lady)
    Michelle Williams (My Week With Marilyn)

    Melhor Ator

    Demian Bichir (A Better Life)
    George Clooney (The Descendants)
    Jean Dujardin (The Artist)
    Gary Oldman (Tinker Tailor Soldier Spy)
    Brad Pitt (Moneyball)

    Melhor Atriz Coadjuvante

    Berenice Bejo (The Artist)
    Jessica Chastain (The Help)
    Melissa McCarthy (Bridesmaids)
    Janet McTeer (Albert Nobbs)
    Octavia Spencer (The Help)

    Melhor Ator Coadjuvante

    Kenneth Branagh (My Week With Marilyn)
    Jonah Hill (Moneyball)
    Nick Nolte (Warrior)
    Christopher Plummer (Beginners)
    Max von Sydow (Extremely Loud & Incredibly Close)

    Melhor Diretor

    Michel Hazanivicus (The Artist)
    Alexander Payne (The Descendants)
    Martin Scorsese (Hugo)
    Woody Allen (Midnight in Paris)
    Terrence Malick (The Tree of Life)

    Melhor Roteiro Original

    Michel Hazanivicius (The Artist)
    Kristen Wiig and Annie Mumulo (Bridesmaids)
    Woody Allen (Midnight in Paris)
    J.C. Chandor (Margin Call)
    Asghar Farhadi (A Separation)

    Melhor Roteiro Adaptado

    Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash (The Descendants)
    John Logan (Hugo)
    George Clooney, Beau Willimon e Grant Heslov (The Ides of March)
    Steven Zaillian, Aaron Sorkin e Stan Chervin (Moneyball)
    Bridget O’Connor e Peter Straughan (Tinker Tailor Soldier Spy)

    Mellhor Filme Estrangeiro

    Bullhead
    Footnote
    In Darkness
    Monsier Lazhar
    A Separation

    Melhor Filme Animado

    A Cat in Paris
    Chico & Rita
    Kung Fu Panda 2
    Puss in Boots
    Rango

    Melhor Direção de Arte

    The Artist
    Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2
    Hugo
    Midnight in Paris
    War Horse

    Melhor Fotografia

    The Artist
    The Girl With the Dragon Tattoo
    Hugo
    The Tree of Life
    War Horse

    Melhor Figurino

    Anonymous
    The Artist
    Hugo
    Jane Eyre
    W.E.

    Melhor Documentário

    Hell and Back Again
    If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front
    Paradise Lost 3: Purgatory
    Pina
    Undefeated

    Melhor Documentário Curta-Metragem

    The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement
    God Is the Bigger Elvis
    Incident in New Baghdad
    Saving Face
    The Tsunami and the Cherry Blossom

    Melhor Edição

    Anne-Sophie Bion e Michel Hazanavicius (The Artist)
    Kevin Tent, The Descendants
    Kirk Baxter e Angus Wall (The Girl With the Dragon Tattoo)
    Thelma Schoonmaker (Hugo)
    Christopher Tellefsen (Moneyball)

    Melhor Maquiagem

    Martial Corneville, Lynn Johnston e Matthew W. Mungle (Albert Nobbs)
    Edouard F. Henriques, Gregory Funk e Yolanda Toussieng (Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2)
    Mark Coulier e J. Roy Helland (The Iron Lady)

    Melhor Trilha Original

    John Williams (The Adventures of Tintin)
    Ludovic Bource (The Artist)
    Howard Shore (Hugo)
    Alberto Iglesias (Tinker Tailor Soldier Spy)
    John Williams (War Horse)

    Melhor Canção Original

    “Man or Muppet” (The Muppets) de  Bret McKenzie
    “Real in Rio” (Rio) de Sergio Mendes, Carlinhos Brown e Siedah Garrett

    Melhor Edição de Som

    Drive
    The Girl With the Dragon Tattoo
    Hugo
    Transformers: Dark Side of the Moon
    War Horse

    Mellhor Mixagem de Som

    The Girl With the Dragon Tattoo
    Hugo
    Monyeball
    Transformers: Dark Side of the Moon
    War Horse

    Melhores Efeitos Especiais

    Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2
    Hugo
    Real Steel
    Rise of the Planet of the Apes
    Transformers: Dark Side of the Moon

    Melhor Animação Curta-Metragem

    Dimanche/Sunday
    The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore
    La Luna
    A Morning Stroll
    Wild Life

    Melhor Curta-Metragem

    Pentecost
    Raju
    The Shore
    Time Freak
    Tuba Atlantic

    A 84ª cerimônia do Oscar será realizada no dia 26 de Fevereiro e terá mais uma vez a apresentação de Billy Crystal.

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    January 23rd, 2012Edu TeixeiraSéries

    Hell-on-Wheels-S01-PosterQuando li a premissa de “Hell on Wheels” fiquei interessado imediatamente. Um drama ambientado no fim do século XIX, logo após o fim da Guerra da Secessão era algo bastante inusitado. O fato de ter sido aprovado pelo AMC me deixou ainda mais animado. O índice de acerto do canal é fenomenal. “Mad Men”, “Breaking Bad” e “The Walking Dead” estão aí para provar que não estou exagerando. Antes da Temporada de Outono de lançamento de novas séries coloquei-a como a 6º lugar na lista das que eu mais ansiosamente aguardava.

    Li algumas críticas de gente que respeito e que tiveram acesso aos primeiros episódios antecipadamente e foi como se eu tivesse levado um balde de água gelada na cabeça.  Elas apostavam no primeiro grande fracasso do AMC. Como sou teimoso, não desisti de ver “Hell on Wheels”, porém resolvi ser muito mais cuidadoso na minha avaliação. Ao invés de dar minhas opiniões depois de dois episódios como de costume, veria a temporada inteira. Depois de ver cheguei a conclusão que esses críticos mais torciam pelo fracasso do que qualquer outra coisa. Uma torcida tola e injustificável.

    O soldado confederado Cullen Bohannon (Anson Mount) encontra terra arrasada ao voltar da guerra. Sua fazenda foi saqueada. Seu filho morreu queimado em um celeiro. Estava abraçado a uma ex-escrava. Logo ela que ajudou a criar Bohannon e agora fazia o mesmo com seu filho. Sua esposa foi enforcada após ser estuprada. Logo ele que lutou na Guerra Civil Americana somente por honra. Sequer acreditava na causa principal dela. Fortemente influenciado por sua mulher, ele libertou todos os escravos de sua fazenda de tabaco um ano antes da guerra eclodir. Naquele momento a vingança passou a seu único motivo para viver.

    Na busca pela justiça com as próprias mãos ele acaba em Hell on Wheels, um embrião de cidade que surge no entorno das obras de construção da primeira ferrovia transcontinental norte-americana. Localizada no oeste ainda selvagem americano, Hell On Wheels abriga de tudo um pouco: ex-escravos, prostitutas, imigrantes europeus, ex-soldados dos dois lados da guerra e um vilão interessantíssimo.

    Thomos ‘Doc’ Durant (Colm Meaney) é o empresário responsável pelo empreendimento grandioso de encurtar de meses para dias a viagem entre a costa leste para a costa oeste do continente. Como é de praxe até hoje, ele não hesita em se deitar na cama com políticos para obter financiamento e proteção. Ele não é um vilão comum. Não visa apenas o lucro a qualquer custo. Tem um real e legítimo interesse no progresso e na integração do país, mas entende que para isso é necessário que leis e regras de conduta ética sejam colocadas de lado. Ele assume o papel de vilão de bom grado por um bem maior.

    A produção é um primor. Cenários, figurino e fotografia são perfeitos. É cinema feito para televisão. Os roteiros são caprichados e muito bem amarrados. É nítido que houve um trabalho árduo de pesquisa. A construção das frases obedece a uma lógica diferente da dos dias de hoje. Às vezes falta um verbo, outras vezes um artigo. É inglês, mas inglês de 1860. O elenco é um capítulo a parte. Anson Mount (“Third Watch”) está irreconhecível por trás de uma espeça barba. Seu Bohannon é o anti-herói que vamos aos pouco gostando cada vez mais . Ele não sorri, fala pouco e devagar, mas de alguma forma é simpático e carismático. O rapper Common (O Procurado) faz Elam, um ex-escravo que desenvolve uma estranha relação de amizade com Bohannon.  Colm Meaney (“Star Trek: Deep Space 9”) está ótimo como sempre no papel de Durant. Impecável. Do elenco merecem destaque ainda Dominique McElligton (“On Home Ground”), Tom Noonan (“Damages”), Robin McLeavy (“All Saints”) e James D. Hopkin (“Heartland”).

    Como mistura fatos reais com ficção, a produção foi criticada por não incluir imigrantes chineses que trabalharam na construção da ferrovia transcontinental. Os criadores Joe e Tony Gayton (“Southern Confort”) planejavam incluir as duas linhas férreas (Union Pacific e Central Pacific) na história, mas por questões de orçamento e prazo, escolheram focar somente na construção da linha Union Pacific. Dessa forma, a omissão dos trabalhadores chineses é historicamente correta. Ainda há a chance da história se expandir, incluindo a linha Central Pacific, seus trabalhadores orientais e a corrida entre as duas linhas para ver qual era concluída primeiro.

    Em termos de audiência, 4.4 milhões (2.4 na faixa etária 18-49) de pessoas viram a estreia de “Hell on Wheels”. No AMC apenas para “The Walking Dead” teve início melhor. A audiência sofreu uma queda significativa no meio da temporada, mas reagiu bem, terminando em alta. A média final foi de 3 milhões de espectadores.

    Recomendo muito que você veja “Hell on Wheels”. Ela já foi renovada para a segunda temporada, mas ela só deve ir ao ar no fim do ano ou somente em 2013. Isso te dá bastante tempo para correr atrás da primeira leva. No piloto, destaque absoluto para a cena do ataque de índios a um acampamento de “caras pálidas”. Impressiona principalmente pelo realismo e pela movimentação de câmera.

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    January 15th, 2012Edu TeixeiraFilmes, Séries

    globo-de-ouro-2011Hoje tem GLOBO DE OURO e para quem adora séries como eu e você, a premiação é imperdível. Como já está se tornando tradição, vou acompanhar a premiação ao vivo, comentando os resultados e a cerimônia em si via Twitter com meus amigos Gustavo Gontijo (TV Globo) e Claudio Ramos (DreamWorks) e atualizando esse post com os resultados em tempo real.

    E você acha que só a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood distribuirá prêmios essa noite? Nananinanão….Aqui no blog também tem premiação. Para dar uma animada em vocês, quem participar do bate-papo no Twitter usando o link http://kingo.to/XCc concorrerá a alguns brindes trazidos da Comic-Con 2011: uma camiseta de “Chuck“, um sacolão “Batman Arkham City“, dois banquinhos desmontáveis de “Ringer“,  um kit com revista Los Angeles Times (Capitão América), crachá da Comic-Con 2011, correia para crachás “Dexter” Showtime e buttons diversos. Hoje não sobra nada. E aí? Tá dentro ou vai dar mole?

    A transmissão no TNT começa às 22 horas com o tapete vermelho. A cerimônia tá marcada para às 23 horas. Eu vou estar online por volta das 8 da noite quando o E! já estará apresentando seu pré-show.

    AtualizaçãoErika Wurts (@demoisellewurts), mestranda em Televisão, Rádio e Cinema na Syracuse University, no estado de Nova York e que trabalhou mais de 5 anos em televisão, no Universal Channel e na TV Globo também vai estar na festa.

    Atualização 2: Outra convidada de luxo no nosso bate-papo será Laura Lage (@lauralageg), escritora, professora e amante apaixonada de filmes e televisão. Adora de musicais a ficção científica, drama a ação e é fã de Martin Scorsese, Steven Spielberg e Lars Von Trier. Seu coração geek ficou arrasado quando cancelaram Firefly. Mora atualmente em Los Angeles e está se  atualizando com Battlestar Galactica e Breaking Bad. Na televisão este ano, suas surpresas favoritas foram Game of Thrones, American Horror Story e Revenge.

    E os vencedores do GLOBO DE OURO são…

    [ Esse post será atualizado em tempo real a partir das 23 horas ]

    CINEMA

    Mellhor Ator Coadjuvante
    Kenneth Branagh, My Week with Marilyn
    Albert Brooks, Drive
    Jonah Hill, Moneyball
    Viggo Mortensen, A Dangerous Method
    Christopher Plummer, Beginners
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator Coadjuvante vai para: Christopher Plummer, Beginners

    Melhor Trilha Original
    The Artist, Ludovic Bource
    W.E., Abel Korzeniowski
    The Girl with the Dragon Tattoo, Trent Reznor e Atticus Ross
    Hugo, Howard Shore
    War Horse, John Williams
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Trilha Original vai para: The Artist, Ludovic Bource

    Melhor Canção Original
    “Lay Your Head Down”, Albert Nobbs
    “Hello Hello”, Gnomeo and Juliet
    “The Living Proof”, The Help
    “The Keeper”, Machine Gun Preacher
    “Masterpiece”, W.E.
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Canção Original vai para: “Masterpiece”, Madonna

    Melhor Atriz — Comédia ou Musical
    Jodie Foster, Carnage
    Charlize Theron, Young Adult
    Kristen Wiig, Bridesmaids
    Michelle Williams, My Week with Marilyn
    Kate Winslet, Carnage
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz em Filme Cômico ou Musical vai para: Michelle Williams, My Week with Marilyn

    Melhor Animação
    Arthur Christmas
    Cars 2
    Rango
    Puss in Boots
    The Adventures of Tintin
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Filme Animado vai para: The Adventures of Tintin

    Melhor Roteiro
    Woody Allen, Midnight in Paris
    Nat Faxon, Kaui Hart Hemmings, Alexander Payne e Jim Rash, The Descendants
    Michel Hazanavicius, The Artist
    Steven Zaillian, Aaron Sorkin, Stan Chervin e Michael Lewis, Moneyball
    George Clooney, Grant Heslov e Beau Willimon, The Ides of March
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Roteiro vai para: Woody Allen, Midnight in Paris

    Melhor Filme em Lìngua Estrangeira
    The Flowers of War, China
    In The Land of Blood and Honey, EUA
    The Kid with the Bike, Bélgica
    A Separation, Irã
    The Skin I Live In, Espanha
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Filme em Língua Estrangeira vai para: A Separation, Irã

    Melhor Atriz Coadjuvante
    Bérénice Bejo, The Artist
    Jessica Chastain, The Help
    Janet McTeer, Albert Nobbs
    Octavia Spencer, The Help
    Shailene Woodley, The Descendants
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz Coadjuvante vai para: Octavia Spencer, The Help

    Melhor Diretor
    Woody Allen, Midnight in Paris
    George Clooney, The Ides of March
    Michel Hazanavicius, The Artist
    Alexander Payne, The Descendants
    Martin Scorsese, Hugo
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Diretor vai para: Martin Scorsese, Hugo

    Melhor Ator – Comédia ou Musical
    Jean Dujardin, The Artist
    Brendan Gleeson, The Guard
    Joseph Gordon-Levitt, 50/50
    Ryan Gosling, Crazy, Stupid, Love
    Owen Wilson, Midnight in Paris
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator em Filme Cômico ou Musical vai para: Jean Dujardin, The Artist

    Melhor Atriz — Drama
    Glenn Close, Albert Nobbs
    Viola Davis, The Help
    Rooney Mara, The Girl with the Dragon Tattoo
    Meryl Streep, The Iron Lady
    Tilda Swinton, We Need to Talk About Kevin
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz em Filme dramático vai para: Meryl Streep, The Iron Lady

    Melhor Comédia ou Musical
    The Artist
    Bridesmaids
    50/50
    Midnight in Paris
    My Week with Marilyn
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Filme Cômico ou Musical vai para: The Artist

    Melhor Ator — Drama
    George Clooney, The Descendants
    Leonardo DiCaprio, J. Edgar
    Michael Fassbender, Shame
    Ryan Gosling, The Ides of March
    Brad Pitt, Moneyball
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator em Filme dramático vai para: George Clooney, The Descendants

    Melhor Drama
    The Descendants
    The Help
    Hugo
    The Ides of March
    Moneyball
    War Horse
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Filme dramático vai para: The Descendants

    TELEVISÃO

    Melhor Atriz — Comédia
    Laura Dern, Enlightened
    Zooey Deschanel, New Girl
    Tina Fey, 30 Rock
    Laura Linney, The Big C
    Amy Poehler, Parks and Recreation
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz em Série Cômica ou Musical vai para: Laura Dern, Enlightened

    Melhor Filme para TV ou Minissérie
    Cinema Verite
    Downton Abbey
    The Hour
    Mildred Pierce
    Too Big to Fail
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Filme Para TV ou Minissérie vai para: Downton Abbey

    Melhor Atriz — Filme para TV ou Minissérie
    Romola Garai, The Hour
    Diane Lane, Cinema Verite
    Elizabeth McGovern, Downton Abbey
    Emily Watson, Appropriate Adult
    Kate Winslet, Mildred Pierce
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz em Filme Para TV ou Minissérie vai para: Kate Winslet, Mildred Pierce

    Melhor Ator —  Drama
    Steve Buscemi, Boardwalk Empire
    Bryan Cranston, Breaking Bad
    Kelsey Grammer, Boss
    Jeremy Irons, The Borgias
    Damian Lewis, Homeland
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator em Série Dramática vai para: Kelsey Grammer, Boss

    Melhor Drama
    American Horror Story
    Boardwalk Empire
    Boss
    Game of Thrones
    Homeland
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Série Dramática vai para: Homeland

    Mellhor Ator — Filme para TV ou Minissérie
    Hugh Bonneville, Downton Abbey
    Idris Elba, Luther
    William Hurt, Too Big to Fail
    Bill Nighy, Page Eight
    Dominic West, The Hour
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator em Filme Para TV ou Minissérie vai para: Idris Elba, Luther

    Melhor Ator Coadjuvante
    Peter Dinklage, Game of Thrones
    Paul Giamatti, Too Big to Fail
    Guy Pearce, Mildred Pierce
    Tim Robbins, Cinema Verite
    Eric Stonestreet, Modern Family
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator Coadjuvante em TV vai para: Peter Dinklage, Game of Thrones

    Melhor Atriz Coadjuvante
    Jessica Lange, American Horror Story
    Kelly Macdonald, Boardwalk Empire
    Maggie Smith, Downton Abbey
    Sofia Vergara, Modern Family
    Evan Rachel Wood, Mildred Pierce
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz Coadjuvante em TV vai para: Jessica Lange, American Horror Story

    Melhor Atriz — Drama
    Claire Danes, Homeland
    Mireille Enos, The Killing
    Julianna Margulies, The Good Wife
    Madeleine Stowe, Revenge
    Callie Thorne, Necessary Roughness
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Atriz em Série Dramática vai para: Claire Danes, Homeland

    Melhor Ator — Comédia
    Alec Baldwin, 30 Rock
    David Duchovny, Californication
    Johnny Galecki, The Big Bang Theory
    Thomas Jane, Hung
    Matt LeBlanc, Episodes
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Ator em Série Cômica ou Musical vai para: Matt LeBlanc, Episodes

    Melhor Comédia ou Musical
    Enlightened
    Episodes
    Glee
    Modern Family
    New Girl
    E o #GLOBODEOURO de Melhor Série Cômica ou Musical vai para: Modern Family

    E os vencedores da promoção são:

    1. @Vanessalimaf
    2. @grabello
    3. @milenonb
    4. @thiagobilica
    5. @tiagolb

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